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O ano está chegando ao fim e é hora daquela nossa dica rápida para você não terminar o ano sem conhecer alguns trabalhos musicais incríveis!

“Love Me Land” – Zara Larsson

Vamos começar falando a verdade, Zara Larsson, nunca conseguiu alcançar o reconhecimento que ela poderia ter. Muito se falava em Zara, em 2018, mas de lá para cá, nenhum kit seu estourou. Mas, “Love Me Land” tinha a receita de bolo perfeita para ser o grande hit. Mas pode ser que a pandemia deve ter ajudado a isso não acontecer.

Apesar de tudo, eu vi a cantora tentar SIM vender a música. Ate performances bem elaboradas rolou. Zara se dedicou SIM, fez até performances bem legais. Mas a gente sabe que entrar no mercado norte-americano não é moleza, e por isso, não conseguiu alcançar grandes números por lá.

“CALM” – 5 Seconds Of Summer

Sendo bem honesta comigo mesma, não sou uma pessoa que houve muito a banda. E eu sinto, que 5 Seconds Of Summer entrou em uma área bem ruim do mercado, eles se tornaram aquela banda que tem muita gente que sente um preconceito em ouvir porque ficaram apegados a aquela imagem de boyband pop/punk. Já vi isso acontecer muitas vezes e é uma pena, porque quando você dá uma chance descobre novos sons bem legais!

O novo álbum “Calm” mostra a clara evolução e amadurecimento dos meninos. Coloquei eles nesta lista, porque super acho que eles deveriam ter uma chance no seu coração:

“Fetch The Bolt Cutters” – Fiona Apple

Um dos grandes nomes do ano, Relacionamentos tóxicos, expectativas quebradas, depressão e até violência sexual. Fiona Apple reuniu temas pesadíssimos e traduziu como ninguém o claustrofóbico 2020. “Fetch The Bolt Cutters” vai na contramão do escapismo de “Future Nostalgia”, da Dua Lipa. É um trabalho visceral, feito e lançado durante a incerteza da pandemia que assola o mundo.

Mesmo na crueza de canções como “Shameika”, a sofisticação está ali e te tira da zona de conforto. E se “gerar incômodo” é o papel da arte, este álbum cumpre com brilhantismo a sua função. O melhor retrato musical de nossas vidas na atualidade deveria estar indicado para Álbum do Ano no Grammy.

“Petals For Armor” – Hayley Williams

Muita gente ainda não sabe, mas Hayley Williams anda colhendo bons frutos de sua carreira solo, iniciada em 2020, em paralelo aos trabalhos no Paramore. E já no primeiro disco da empreitada, o “Petals For Armor”, a cantora mostra versatilidade e novas cores de sua personalidade artística nas composições do registro, deixando de lado a sonoridade enérgica característica da banda que à lançou no mercado fonográfico em 2005.

Coeso e maduro, o novo produto imprime um conceito artístico cuidadosamente arquitetado e belas harmonias construídas em torno do rock alternativo, da música eletrônica e o do R&B, com pitadas de indie e até do punk rock. Mas não se espante! Todas as canções são complementares e não destoam umas das outras. Embora as letras revelem momentos difíceis da trajetória de Hayley, como divórcio, as crises de depressão e sua autodescoberta, a obra soa otimista, transmitindo uma mensagens de esperança aos fãs. Uma ótima pedida para trazer um alento ao coração num ano cheio de altos e baixos.

“Ungodly Hour” – Chloe x Hale

Não vou dizer que não foi HIT, porque as meninas Chloe x Halle foram bem faladas neste ano, até porque elas fizeram várias performances ao vivo para divulgar o álbum “Ungodly Hour”.

Mas na minha humilde opinião, esse foi um dos melhores álbuns do ano de 2020 e deveria ter tido um maior reconhecimento do mercado e do público. Aquela pegada R&B bem a cara dos anos 2000, que eu sinto TANTA falta! Vem dar uma chance:

“Walls” – Louis Tomlinon

Deixando meu lado fã em off, digo com clareza que a forma na qual o “Walls” foi recebida foi um tanto quanto injusta. Assim que lançado, a crítica obviamente comparou o novo som de Louis Tomlinson com o da banda na qual ele era integrante, a One Direction.

No entanto, esqueceram de ressaltar que foi o primeiro disco do artista desde o fim da banda e que ele usou todos os acontecimentos para criar algo intimista aos olhos do público.

Obviamente olhando para a sonoridade a diferença foi gritante, afinal o artista usou as referências do rock britânico como a banda Oasis, para a inspiração de suas canções. Além disso, seu novo trabalho é versátil, intenso, significativo seja pra ele mesmo ou para os fãs. Portanto, venha com a gente porque ainda dá tempo de dar uma chance a este trabalho!

“Young Dumb Thrills” – McFly

Outro disco que na minha opinião merecia um destaque a mais em 2020 foi o álbum de comeback de McFly: “Young Dumb Thrills”. Claro que o que mais tivemos neste ano foram canções com mensagens positivas devido a situação mundial, então com eles não fugiu disso.

No entanto, ao contrário do que muitos esperavam McFly não se distanciou da sua essência de harmonias divertidas, vocais potentes e marcantes e como a guitarra e bateria marcando presença como sempre. Mas ainda sim trouxe uma outra perspectiva perante a todos os trabalhos anteriores. O disco é sem dúvidas é um retrato da vida adulta, talvez uma bela confissão de momentos bons, ruins, amizades, tempos difíceis e acima de tudo um olhar para continuar. Por isso, digo que ouvi-lo é como passar por todos esses sentimentos em 12 faixas.

Fallin’ – Why Don’t We

Agora se tem uma música que merece destaque e talvez não tenha muito por muitas pessoas ainda não conhecerem Why Don’t We é “Fallin'”. Ademais, isso abre uma brecha para que as pessoas possam ainda conhecer o trabalho da banda.

E por fim, agora podemos finalmente conferir o single Fallin’, que segundo eles próprios, é a última música que compuseram, mas a primeira a ver a luz. Os integrantes estão bastante confiantes neste hitonde dizem que a percussão combina perfeitamente com suas vozes.

Bom, as palavras somem ao elogiar Why Don’t We, pois eles levam marca de seu diferencial estar em suas produções audiovisuais, o que não é mentira e muito menos exagero. Aliás, a banda cria conceitos a cada lançamento onde podemos notar os cuidados no mínimos detalhes cada vez mais produzidos!

Então posso dizer com segurança que Fallin’ não decepcionou em quesito algum e ultrapassou todas as expectativas possíveis seja na letra ou em seu vídeo. Então, vem conferir esse clipe e conhecer um pouco mais de Why Don’t We.

Heartbreak Weather – Niall Horan

O segundo álbum do astro irlandês, Niall Horan trabalha de forma coesa os altos e baixos da famosa dor de cabeça que surge após o término de um relacionamento.

Ao contrário de sua estreia, que foi enraizada em sons de rock com influência folk, este trabalho trás uma produção polida e brilho amigável, um som pop baseado em guitarra. Heartbreak Weather é um grande salto para Niall.

Apesar do conteúdo remeter a algo sombrio e desamparado, as canções são puras e mais enérgicas do que a maioria dos álbuns de separação.

Chega a ser chocante desfrutar dessas músicas totalmente agradáveis ​​enquanto o “personagem” do álbum está sofrendo tanto, mas a justaposição contribui para uma experiência de audição mais profunda. Desfrute com a gente de um álbum de fossa que não te afunda mais pra fossa.

Rare – Selena Gomez

É difícil pensar em um exemplo mais especifico de quão longe Gomez chegou musicalmente em quase cinco anos do que “Rare”. Ele é um dos melhores álbuns pop a serem lançados pela cantora, com uma escrita de precisão e produzida com habilidade.

Gomez tem se inclinado dessa forma nos últimos anos, especialmente em suas colaborações com os compositores Justin Tranter e Julia Michaels. “Rare” se carateriza como um álbum forte e incrivelmente consistente.

Na verdade, embora o álbum tenha um som notavelmente unificado considerando sem muitas “firulas”, Gomez, mantém tudo sob controle. Sua voz não é poderosa nem possui uma ampla gama, mas é distinta e assertiva, entregando assim de forma forte, e ela habilmente lida com as melodias complicadas encontradas no álbum. Esse com certeza é um álbum que merece uma chance de todos!

Alinne Torre

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Tema por Gabriela Gomes