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18.01.2019

 

Um dos mais aclamados programas da televisão brasileira é o Sai de Baixo. O sitcom que nasceu graças a criatividade do ator Luís Gustavo, agora estará nas telonas, com mudanças arriscadas.

É claro que nada ofusca Miguel Falabella nem tampouco as multitalentosas Aracy Balabanian e Marisa Orth, porém o medo que predomina é o roteiro vir fraco, já que mudanças bruscas foram impostas no enredo. Um exemplo disso foi a Cláudia Jimenez não aceitando o papel de empregada no filme. Cacau Protásio foi a substituta, será que ela consegue fechar a fenda deixada por Márcia Cabrita?

A forma como Tom Cavalcante pode transmitir também é de se observar, já que pode imprimir um humor ultrapassado.

As apostas são positivas, mas apesar das disso, não seria a primeira vez que nós nos decepcionaríamos com alguma comédia brasileira. Vamos torcer!

Confira o trailer da comédia que estreia dia 21 de Fevereiro.

 

 

 

site responsável: Alinne Torre
23.12.2018

Após audiência inferior ao esperado, a plataforma digital resolveu não dar continuidade à animação.

Superdrags foi de fato uma série extremamente super estimada. O roteiro não favorecia e os esteriotipos só fizeram com que se fortalecem a ideia de que os homossexuais são todos iguais.

Ainda que houvesse uma cadência ao desenvolver a animação, faltou algo, foi como tirar 10 em uma prova, 0 na outra e atingir a média 5, o suficiente para não conseguir o necessário.

Logicamente é uma grande de perca para o mundo LGBTQ+, já que segundo algumas pessoas, a série ajudava a dar voz e empoderamento, mas não foi bem assim.

Fora as sátiras cansativas, ainda temos uma pitada de repetições o que condena profundamente a série. Todos concordam que é triste ver uma animação não conseguir voar como devia, mas de fato, o enredo não ajudou.

 

Conheça a animação:

Três colegas de trabalho levam vidas duplas como funcionários em uma loja de departamentos e drag queens super-heroinas. Elas combatem o crime e outras forças como uma Drag malvada e um político conservador.

site responsável: Alinne Torre
27.11.2018

A famosa fanfic escrita por Anna Todd que foi inspirada em Harry Styles, ex integrante do One Direction, que virou uma série de livros intitulado “After“, ganhou o seu primeiro trailer e pôster oficial.

A trama narra a história de Tessa Young (Josephine Langford), uma aluna dedicada, filha obediente e namorada fiel, durante seu primeiro semestre na faculdade. Com grandes ambições para o futuro, seu mundo protegido se abre quando ela conhece o misterioso Hardin Scott (Hero Fiennes Tiffin), um rebelde que a faz questionar tudo o que ela sabia sobre si mesma e o que queria para sua vida.

Esta série tem uma fama entre os leitores de 8 ou 80: ou você ama, ou você odeia.
eu particularmente não gosto dos livros, pois algumas coisas não me agradaram.

Mas sem dúvida, os fãs e os não fãs se surpreenderam com o trailer, tanto por semelhanças, como diferenças dos livros.

O filme tem previsão de lançamento no cinema para abril de 2019 !

site responsável: Bianca
13.11.2018

Um dos grandes “pais” dos heróis da Marvel nos deixou nesta segunda, dia 12 de novembro. 

 

Todos os fãs dos quadrinhos e filmes da Marvel, devem um grande agradecimento a Stan Lee por sua ousadia e criatividade com todos os personagens por ele concebidos.  Uma grande comoção em todas as redes sociais foi feita devido a seu falecimento. Usuários do Facebook, Instagram e Twitter se despediram desse grande mestre dos heróis. 

Ontem, o dia não estava tão colorido como os quadrinhos de Stan, mas estava em um tom acinzentado com um pôr do sol lindo, como forma de agradecimento por este símbolo que o americano foi.  

O quadrinista que também era ator sempre aparecia de forma despercebida nos filmes da Marvel. Reinventou personagens que hoje são aclamados pelo público e em sua vida soma grandes feitos.  

Nós ficamos com uma lacuna enorme no mundo dos heróis, algo irreparável. Deixamos também nossos agradecimentos a ele e como forma de despedida, vocês conferem uma declaração feita por ele em seus últimos dias de vida:

 

“Eu só quero que saibam que a Marvel é e sempre foi um reflexo do mundo que vemos por nossa janela. Esse mundo pode mudar e evoluir, mas a única coisa que não irá mudar é o jeito que contamos nossas histórias de heroísmo. Essas histórias tem espaço para todos, independente da sua raça, sua religião, seu genêro ou a cor da sua pele. As únicas coisas que não tem espaço aqui são o ódio e a intolerância. (…) Somos todos parte de uma única família, a humana.”

 

 

Descanse em paz Stan Lee

 

 

site responsável: Alinne Torre
13.11.2018

Dalida foi uma cantora de origem egípcia que fez um sucesso estrondoso na Itália, França e por todo o mundo, vendendo cerca de 170 milhões de álbuns durante os 31 anos ininterruptos de carreira.

Apesar do sucesso, a intérprete sempre se via com problemas psicológicos graves, causados por amores impossíveis, ausência de carinho por parte familiar e principalmente por não se ver como deveria, sempre se achando abaixo das demais.

O filme produzido por Liza Azuelos explora com sensatez um pouco sobre cada fase da vida de Dalida, desde os suicídios de quem a moça amava, até a parte mais triste, a do próprio suicídio.

 

 

Durante o longa, dá para se conectar com essa história e se emergir em frases fortes como: “O lado ruim de estar entre a vida e a morte e sobreviver, é saber que nem a morte lhe quer.” E o diálogo com o psicanalista que começa com a pergunta: “Dalida, você não vê que dá esperanças para diversas pessoas?” E a cantora sem exitar responde: “Sim, vejo. Mas e a mim? Quem me dá?”

Um filme que prende o espectador com todos os trâmites de uma história manchada pela depressão e ganha cada vez mais força ao retratar com uma pitada de drama e superação, ainda que a moça não tenha conseguido se recuperar.

É uma excelente pedida para aqueles que querem envolver o coração com sentimentos diferentes, variando entre o choro e os risos ao ansiarmos por sua recuperação.

Svelva Alviti é quem dá vida a Dalida, esse enredo tão melancólico e triste foi lhe proposto com a intenção de  mostrar a versatilidade da atriz que também é modelo. Os traços da moça são parecidos com os da cantora, o que facilitou o conto a ganhar vida. Ao interpretar a tradicional canção francesa “Je suis malade” Sveva chora ao sentir na pele o que a intérprete sentiu.

 

 

Lançado em 2017 o filme ganhou toda a Europa e nos deixou ansiosos por sua chegada nunca cogitada ao Brasil.

Confira o trailler e se emocione com a história de “Dalida o filme”.

https://m.youtube.com/watch?v=-CN_nvsDggI
site responsável: Alinne Torre
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