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19.03.2018

Olá amigos, durante essa semana (terminando na noite de hoje) estive acompanhando a passagem da nossa queridinha, Katy Perry e de sua convidada especial, Bebe Rexha.  Hoje, eu deveria postar para vocês um resumo de como foi a passagem delas por aqui. Mas, sinto que já fiz isso nas redes sociais, assim decidir mostrar para vocês o que realmente significou a visita das duas artistas em nosso País para os fãs e como isso DEVERIA ser um padrão para os artistas internacionais que nos visitam cada vez mais.

Vou falar primeiro sobre Bebe Rexha. Confesso a vocês, que apenas conheço suas músicas mais bombadas e sei de sua carreira por alto. A cantora é bem conhecida ao redor do mundo, tem várias músicas que se tornaram hits nas rádios. Mas o que realmente me impressionou, não foi o fato de Bebe ter aprendido a versão de “Só da tu” para agradar os brasileiros, mas sim sua atitude com as pessoas que mais importam: os fãs.

Bebe atendeu TODO mundo em seu hotel, em passeios, chamou seus fã-sites para m&g e ainda cedeu entrevista a eles. Sem contar que ela fez stories de tudo isso.

 

Ela dançou com eles e filmou. Conversou de fato, os conheceu. Isso que deveria ser um m&g – e não apenas uma foto de 1s, no qual você é bruscamente puxada por seguranças. Sem contar o preço absurdo.  Eu já disse que tem artistas que cobram 3 mil reais por fotos em grupo?!

Falo isso com propriedade de uma pessoa que já foi dona de vários fã0-sites (e ainda é) e nunca foi tratada bem pelos seus ídolos. Talvez eu tenha escolhido colocar meu precioso tempo nas pessoas erradas.

Ok, você pode me dizer. A mais a Bebe não é tão famosa no Brasil, tinha poucos fãs atras dela. OK… então vamos falar de Katy Perry. 

Já tive o prazer de ver a senhorita Katia Pereira três vezes e eu nunca me decepciono. Vou muito em shows, e com o tempo as vezes, devo confessar, que eu paro e penso: “Cara, porque eu vim aqui? Poderia estar fazer outra coisa.” Mas com a Katy não. E olha que eu não sou uma fã MALUCA (no bom sentido) dela. Sei todas as suas músicas, mas não acompanho sua vida 24 horas por dia, como muita gente faz.

Todos os shows de Perry trazem um sentimento diferente. Ela faz o que todos os artistas deveriam fazer em suas tours mundiais. Todos tem dinheiro e potencial – ou pelo menos a maioria – para fazer não apenas uma apresentação, mas sim, trazer uma experiência única para seus fãs nunca mais esquecerem.

Eu sempre digo, showzão, não é só a voz – é mega importante – mas sabe porque Britney Spears está de pé por tantos anos e dublando? Porque ela traz mais do ela mesma no palco.

Katy, traz dançarinos e dança junto. Iluminação, efeitos, telão, passarela, audio, surpresas. TUDO! E sabe o que é melhor? ela traz isso tudo para a AMÉRICA LATINA! Porque de fato, os artistas sempre montam shows de cair o queixo, ai chega por aqui e trás uma cadeira e um violão e nos cobram o mesmo valor ou mais do que os shows do seu País. Ta certo isso, produção?!

Mas o mais importante que Perry pode trazer é a sua interação e entrega no palco com o público. EU AMO ELA POR ISSO! Não é só cantar, é se conectar com aquelas 40 mil pessoas que estão ali só para te ver. E ela fez mais do que isso (de novo!): conversou, chamou um fã para o palco e realmente conversou com cada um deles em todos os estados e ainda trouxe uma tradutora para que ela mesma pudesse se comunicar em português. Isso não é maravilhoso?!

Até sobre o Presidente Temer ela acabou falando!

Quantas vezes você já foi em um show que o artista nem sequer falou algo? “Olá, Brasil! Oi, São Paulo!” não contam.  Ou aqueles que falam frases soltas e que ninguém entende e que a pessoa simplismente não faz questão que os outros entendam.

Como bônus, Katy trouxe Gretchen ao palco e no Rio de Janeiro fez uma homenagem a Marielle. Sim, ela e sua equipe fizeram a lição de casa.

Nos bastidores ou fora do show? Katy atendeu fãs nas ruas, no parque, no aeroporto. Convidou seus fãs sites e sorteou m&g. Não fez apenas fotos, mas sorriu, conversou e mais uma vez se entregou. DE GRAÇA.

 

Eu não sei vocês, mas como eu queria que todos que viessem ao meu país respeitassem seus fãs assim. Que nenhum de nos tivesse que sonhar estar nos Estados Unidos para ver atitudes e shows dos nossos ídolos maravilhosos desse jeito.

Por fim, fica então o meu desejo que todo mundo tenha um pouco mais de Katy Perry e Bebe Rexha em seus corações ao pisarem no Brasil.

E vocês curtiram os shows?

 

 

site responsável: Alinne Torre
20.02.2018

A Grande Jogada é aquele tipo de filme que faz você ficar animado só com os minutos disponibilizados durante o trailer, além de contar com um elenco incrível formado por Jessica Chastain no papel de Molly Bloom, a protagonista da história, Idris Elba, Michael Cera e Chris O’Dowd. Mas se isso já não basta para te levar ao cinema, a história poderá te agradar: que tal conhecer uma das mesas de pôquer mais famosas do mundo.

O filme é baseado no livro  “A Grande Jogada – A História Real da Mulher Que Comandou A Mesa De Pôquer Mais Exclusiva do Mundo” que conta a história real de Molly Bloom que treinou desde pequena para se tornar uma atleta olímpica até que uma lesão a tirou da vida de atleta e fez com que ela decidisse tirar um ano de folga em Los Angeles antes de entrar para a faculdade de Direito.

Ao chegar em Los Angeles, Molly começa um trabalho de assistente para Dean Keith (Jeremy Strong) que comanda um jogo de pôquer para ricos e influentes e logo Keith leva Molly para fazer parte da organização do jogo até que ela decide comandar seu próprio jogo e é aqui onde acontecem os eventos do filme que levam Molly a cordenar um dos jogos mais exclusivos da cidade, até chegar em Nova York e ser acusada de crime federal. Durante o filme, vemos que Molly tem razão em ser considerada como “princesa do pôquer”, seu jogo conta com apostas de altos valores e jogadores que incluíam desde a os maiores nomes de Hollywood e estrelas do esporte até a máfia Rússia.

O longa marca a estreia do diretor Aaron Sorkin (“A Rede Social”) na direção, além de assinar a adaptação do livro escrito pela verdadeira Molly. Quando roteirista, ele ficou conhecido por usar uma linguagem técnica, porém compreensível, ao ajustar histórias reais envolvendo temas não tão comuns para o grande público.

Opinião da equipe:
O legal do filme é que ele alterna entre três momentos diferentes da vida da protagonista mostrando a vida de glória de Molly como a “princesa do pôquer”, seu treinamento para se tornar uma atleta olímpica e com isso seu relacionamento com seus pais e também sua interação com seu advogado do momento que ela é presa pelo FBI até sua sentença.

Outro bom momento,  é a interação de Molly com seu advogado, personagem de Idris Elba, que no começo não queria aceitar o caso dela por sua fama nos tabloides, mas acaba decidindo a defender e aprende que tem muito mais sobre a Molly do que ele acreditava. Além de sua relação com seu advogado, um dos pontos altos do filme acontece no final e é uma emocionante interação entre a protagonista e seu pai com quem ela teve um relacionamento conturbado durante a vida toda.

Por fim, é incrível ver como a vida de Molly se desenrolou, como é fácil você ficar perdido no meio de dinheiro, drogas e apostas e como em um dia você pode estar por cima e no dia seguinte estar por baixo e sem ninguém ao seu lado.

A Grande Jogada, dirigido por Aaron Sorkin, concorreu em duas categorias no Globo de Ouro de 2018, e está na briga com outros grandes nomes no Oscar 2018 na categoria “Melhor Roteiro Adaptado” e por isso e muito mais que o filme merece ser checado no cinema a partir do dia 22 de fevereiro (quinta-feira). BOM FILME! 

site responsável: Alinne Torre
29.01.2018

O Grammy’s 2018 aconteceu na noite de ontem (28), em uma Nova York curiosa para ver o que o grande prêmio da música iria aprontar.  As celebridades pareciam dispostas a protestarem por algo, levantaram novamente a bandeira do movimento #TimesUP, levando rosas brancas para o tapete vermelho.

O que na realidade acabou virando mais um acessório do que realmente um simbolo de protesto contra os abusos hollywoodianos.  Camila Cabello por exemplo, levou mini rosas brancas (super fofas) e acabou sendo questionada por vários jornalistas sobre elas, como se fosse , como se fosse uma joia para se exibir em um #RedCarpet.  Mas… tudo bem, o que vale mesmo é a intenção da galera, né não? kkkk

Durante a premiação, os artistas aproveitaram apresentações para realizarem discursos a favor de um Estados Unidos de braços abertos, a favor dos imigrantes, um País mais feminista e uma Hollywood mais igualitária.

Mas ai entra a primeira questão: A edição teve o número de indicações de artistas mulheres bem abaixo das anteriores, e quase NENHUMA mulher levou um grande prêmio. Sabemos que as músicas são escolhidas por questões técnicas e blá blá blá … besteira! A cantora Alessia Cara foi a única mulher vencedora entre as principais categorias, levando o prêmio de melhor artista revelação, sendo que SZA foi a recordista em indicações e não levou nenhum prêmio.

O Presidente da premiação, comentou o caso “Eu acho que tem que começar com…mulheres que tenham a criatividade em suas almas e corações, que querem ser musicistas, que querem ser engenheiras, produtoras e querem fazer parte da indústria no nível executivo…Elas precisam se impor porque acho que elas seriam bem-vindas”, declarou. (Via Variety)

Outro exemplo  de como o cenário estava se contraditório foi a entrega do prêmio de melhor música pop, onde “Shape Of You” de Ed Sheeran ganhou de Kesha com “Praying”, que fala justamente sobre o abuso que o movimento #METOO retrata.

Outro questão bastante interessante é sobre os fortes discursos sobre os imigrantes e principalmente os latinos serem aceitos pelos Americanos como pessoas NORMAIS e não lixos como o presidente Trump e uma grande parcela do país acha.

A cantora Camila Cabello, filha de um casal cubano-mexicano que chegou aos Estados Unidos quando ela era pequena, frisou a importância de oferecer uma proteção legal aos imigrantes muitas vezes chamados por “dreamers” (sonhadores), por estarem em busca do sonho de vida americano.  “Este país foi construído por sonhadores para sonhadores”, e logo depois chamou ao palco a banda U2. Os irlandeses por sua vez, fizeram uma apresentação da música “Get Out of Your Own Way”, construção cubana. O vocalista Bono, por sua vez, alfinetou Donald Trump. “Bem-aventurados os países de merda, porque nos deram o sonho americano“, disse.

O comentário de Bono refere-se a uma suposta fala de Trump em uma reunião privada na Casa Branca neste mês em que ele teria chamado nações africanas e o Haiti como “países de merda”.

Mas ai…. Vem DEEESPACITOO! E em vez de gravação do ano ser “Despacito” — uma canção de amor em língua espanhola que se tornou um hino em face de retórica dura de Presidente Trump sobre imigrantes — o troféu foi para música chiclete de Bruno Mars.

‘Despacito’ é a música MAIS tocada de 2017, tem o clipe mais visto da plataforma youtube. E não ganhou NADA!  A canção de J Balvin não é uma obra de arte, concordo. Mas ela é uma porta para a música Latina invadir as paradas de sucesso.

J Balvin, conseguiu parcerias com Justin Bieber, Beyoncé (!!!), Demi Lovato e se apresentou nos maiores programas de entretenimento do mundo com essa música – que é cantada em ESPANHOL!!!

Outro motivo para ele ter levado de cara o prêmio nessa categoria é o fato de o cantor não ter concorrido como um ‘artista latino’, mas sim iqual aos grandes nomes. Porque vocês sabem, esse tipo de premiação costumam rotular e até separar a galera daqui da América Latina.  Como por exemplo, Shakira que até chega a lançar álbum com versão em inglês para agradar o público Americano e Europeu e que esse ano levou como melhor álbum latino.

J Balvin concorria com os grandes da indústria mundial e fez uma performance ao vivo com muitos dançarinos e toda a pompa que qualquer artista poderia ter durante o Grammy. Merecia, SIM!

Então, tudo foi uma decepção? Não! Eu gostei das apresentações, foi um belo show!  E quanto aos prêmios, é sempre a mesma coisa: quantas bandas de 20 anos de estrada nunca levaram nada? Madonna mesmo só tem 1 um prêmio e é considera rainha do pop. E precisa lembrar da Katy Perry? kkkk

Por fim, alguns artistas tentaram mas a bancada matusalém de críticos do Grammy não apoiaram as causas e mandou um bom fo&¨% para tudo aquilo e jogou logo os tradicionais ganhadores que todo mundo já esperava.

Que venha o Oscar! 

site responsável: Alinne Torre
08.01.2018

Justin Timberlake lançou o primeiro single do seu álbum novo, a música “Filthy” – amada por muitos e odiada por vários, por conta disso teve uma recepção fria nas paradas mundiais.

No seu lançamento a faixa só entrou no Top 10 das mais vendidas do iTunes em 14 países. Nos Estados Unidos, levou muitas horas para chegar à vice-liderança. O 1º lugar se manteve com outro lançamento,  “Finesse (Remix)”, de Bruno Mars, que chegou no mercado um dia antes.

O clipe com uma pegada mais futurista, teve menos de um milhão de visualizações nas primeiras dez horas no ar. O que é bem baixo, para um cara como Timberlake. Bruno Mars por sua vez, alcançou  2,6 milhões de acessos no clipe de “Finessse (Remix)” com 12 horas no ar.

Bruno tem duas vantagens a frente de Justin, a sua canção não é nova e sim bem conhecida pelo seu público. O sucesso é tão grande, que o single é o ato de abertura de sua tour mundial.

Outra carta na manga, é a presença da rapper, Cardi B, que esteve muito na mídia durante 2017 e deve continuar assim por um bom tempo.

Já Justin Timberlake, arrisca mais uma vez em mostrar uma canção com um sample tão diferente do que está sendo tocado na rádio ultimamente, ou seja, é algo que deve se parar para ouvir e se acostumar com o novo, com o diferente.

O jornal The Guardian, comentou e elogiou o single: “Pode não ser para todos os gostos, mas a música não parece com nada mais do cenário pop atual”, escreveu.  Já a revista NME comparou o single, com as músicas que JT lançava no começo de sua carreira: “‘Filthy’ prova que ele não cansa de inovar. Ele parece estar na mesma missão do ‘FutureSex/LoveSounds’ – fazer um pop que pareça sair do futuro”.

A Forbes segue: “É o tipo de primeiro single de um álbum que requer uma segunda (ou talvez terceira) ouvida para ser totalmente compreendido. Assim como ‘SexyBack’ chocou os ouvintes quando foi lançada, ‘Filthy’ está à frente de seu tempo do seu próprio jeito, poucos conseguiriam fazer essa composição tão peculiar, mas Timberlake faz isso bem”.

Então se você já ouviu o single e não gostou, que tal dar uma segunda chance?

 

Os lançamentos de JT não pararam, dia 2 de fevereiro sai o álbum, “Man of the Woods”+ novo single/clipe.  Além disso, no dia 4 de fevereiro, ele fará o show do intervalo do Super Bowl.

Por fim, já podemos afirmar que 2018 entrou com o pé direito com a música POP! Pode mandar mais HITS!!!

 

site responsável: Alinne Torre
13.12.2017

A sensação de sentar na sala de cinema e acompanhar mais uma vez uma história que já faz parte da vida de gerações e continua inspirando as seguintes é sempre uma experiência indescritível e única. Não importa quantas vezes já vimos o letreiro amarelo aparecer na tela ao som da música composta por John Williams, o resultado sempre será, além de uma maravilhosa nostalgia, aquela sensação de estar prestes a mergulhar em uma aventura. É exatamente tudo isso o que a sequência de O Despertar da Força nos provoca.

Star Wars: Os Últimos Jedi começa onde o filme anterior parou: Rey finalmente encontra Luke Skywalker e pede por sua ajuda enquanto a General Leia Organa e a resistência lutam contra a Primeira Ordem. Bem humorado e com algumas reviravoltas, o roteiro consegue explorar muito bem cada arco narrativo com o uso da montagem paralela, guiando-nos pela jornada pessoal de cada um dos herois e nos dando a oportunidade de conhecê-los mais a fundo. Também são introduzidos novos personagens, entre eles duas mulheres que ocupam papeis importantíssimos para a narrativa, Rose (Kelly Marie Tran) e a Almirante Holdo (Laura Dern), sendo a prova de que podemos sim construir personagens femininas interessantes e complexas que tem um papel fundamental para o andamento da história, tendo a Rey como o melhor exemplo disso. É ótimo ver como está havendo uma maior preocupação em trazer diversidade aos roteiros e essa nova geração de Star Wars está fazendo um trabalho excepcional, não apenas ao explorar as personagens femininas, mas também ao criar herois de diferentes etnias que, com certeza, farão milhares de crianças e adolescentes que estão crescendo com essas histórias se sentirem representados e a quererem ser a Rose, o Finn (John Boyega), ou Poe Dameron (Oscar Isaac).

Daisy Ridley novamente impressiona com sua atuação e carisma obtendo sucesso ao conduzir o filme com sua personagem, ao lado de Luke (Mark Hamill) e Kylo Ren (Adam Driver), que também conquistam um espaço significativo na história. Leia, interpretada por Carrie Fisher que faleceu em dezembro de 2016, mostra também todo seu poder de liderança como General Organa, não perdendo o sarcasmo de sua personagem como já conhecemos nos Episódios IV ao VI. O filme também traz alguns Easter Eggs e surpresas referentes à trilogia antiga que vão fazer qualquer fã de carteirinha soltar aquele gritinho no cinema.

Assim como seus filmes antecedentes, o Episódio VIII consegue causar tudo aquilo que procuramos ao ver um filme de aventura, porém fugindo do padrão dos Blockbusters aos quais estamos acostumados; o filme vai muito além das cenas de luta, explosões e piadas, e consegue nos emocionar com a jornada de Rey pela busca de quem ela é e qual é o seu papel no meio de tudo isso. Apesar de o filme poder ter uma duração mais curta, Star Wars: Os Últimos Jedi, vai agradar desde o público que cresceu com “Uma Nova Esperança”, ao público que está sendo iniciado ao universo de Luke e Leia com essa nova trilogia.

Texto por: Gabriela Orlandi

site responsável: Alinne Torre
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