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07.05.2018

Recentemente, descobri que havia uma série na Netflix que era bem girl power, com criaturas sobrenaturais, do qual o objetivo da protagonista, e mandá-los de volta para o inferno. Sim, estou falando da série Wynonna Earp !
Depois de anos de fuga e em detenção juvenil, Wynonna Earp finalmente esta voltando para sua cidade a Purgatory. O único problema é que ninguém da cidade gosta muito dela e da maldição que ronda os Earps. Mas quando ela acaba se tornando a única esperança da cidade para erradicar os demônios misteriosos, Wynonna deve escolher de que lado da lei ela quer lutar, enquanto limpa o nome do seu lendário bisavo Wyatt Earp, e tenta acabar com os demônios e criaturas sobrenaturais que colocam a vida dos humanos da cidade em risco. 

 

O primeiro episodio já mostra a volta de Wynonna a Purgatory sua cidade ,e já vemos de cara um dos demônios em uma cena na floresta do qual ele pega uma das passageiras do mesmo ônibus que ela está.
Neste primeiro episodio, também acontece o reencontro dela com sua irmã Waverly que permaneceu todos esses anos na cidade.
Purgatory e uma cidade bem de interior, então além dos diversos demônios que há na cidade que estão na forma de humanos, também vemos cowboys, ambientes bem estilo velho oeste, e casas com arquitetura bem antiga.


Ao longo da primeira temporada e continuamente na segunda, Wynonna se junta com sua irmã Waverly, e também com Doc, Dolls Nicole e Jeremy e juntos, acabam formando uma equipe inusitada para combater esses demônios espalhados pela cidade.

O primeiro episodio pode não empolgar tanto, mas no decorrer dos episódios, você fica completamente fissurado em saber o que irá acontecer, qual será o próximo monstro que vai aparecer e por ai vai.
A equipe e os conhecimentos de cada um são essenciais para o combate desses demônios, mas somente Wynonna com sua arma a Pacificadora pode mandá-los de volta para o inferno, pois ela está com 27 anos e se tornou a herdeira da maldição dos Earps.

Particularmente fiquei encantada já no primeiro episodio da série por conta da protagonista Wynonna (Melanie Scrofano), pois ela tem aquela mistura de ser a heroína com um Q de ironia e sarcasmo, e particularmente adoro personagens sarcásticos.

O elenco inteiro e encantador e apaixonante. E além de todo esse mistério e terror que envolve a série, ela também traz um toque de comédia, o que deixa a série ainda melhor.
Outro ponto bacana e importante da série e a forma que e retratado o relacionamento gay que rola entre Waverly e Nicole. A construção do casal e muito bacana e a forma que e abordada também, fazendo assim o casal ser apaixonante.

A segunda temporada para mim, foi a melhor até agora, e o episodio final nos deixa imensamente curiosos e ansiosos para ver o que está por vir. (E vale lembrar que a série foi renovada e em breve deve ser lançada)

E para quem não sabe, haverá uma convenção aqui no Brasil no mês de julho intitulada como Purgatory Pocket realizada pela empresa Spotlight com duas integrantes super importantes da série: Dominique Provost – Chalkley a tão encantadora, querida e uma das protagonista Waverly Earp, e Katherine Barrel a querida Nicole Haught.

A venda de ingressos está rolando e acontecerá em em duas cidades: São Paulo no dia 7 de Julho (ingressos aqui) e no Rio de Janeiro no dia 08 de Julho (ingressos aqui). E também a várias atividades para comprar com as duas (aqui).
E nós estaremos no primeiro dia em São Paulo, e faremos cobertura completa de tudo que irá rolar para vocês nas redes sociais.

 

site responsável: Bianca
06.04.2018

Depois de 5 anos de espera, a banda norte americana 30 Seconds To Mars finalmente lançou o seu 5º álbum de estúdio, intitulado de AMERICA, e a convite da universal music nós do parada pop estivemos presente na audição exclusiva do disco, e contamos aqui para vocês o que achamos do novo álbum dos caras.

O álbum contem 12 faixas e é o sucessor do “Love, Lust, Faith and Dreams”, de 2013, e desde esse disco o Mars já mostrava uma nova cara da banda, com músicas explosivas e com muitos toques eletrônicos, musicas que pareciam ser feitas para serem tocadas em grandes festivais, e os caras já provaram que o álbum realmente funcionava muito bem ao vivo, presenciamos isso nas duas passagens da banda pelo Rock in Rio.

O que vemos nesse novo álbum é uma sonoridade ainda mais distante do rock que os consagraram e uma pegada ainda mais eletrônico que o seu álbum anterior, porem, musicas menos explosivas e com uma pegada mais lenta, no estilo “The weekend”, o que de cara pode ter desagradado a muitos de seus fãs que os acompanham desde a época dos hits “ The Kill “ “A beautiful lie “entre outras, mas claro que com o estilo mais comercial a banda deve ganhar um novo publico também, sem mais delongas, essas são as faixas do álbum.

1. ‘Walk On Water”

2. “Dangerous Night”

3. “Rescue Me”

4. “One Track Mind”

5. “Monolith”

6. “Love Is Madness”

7. “Great Wide Open”

8. “Hail to The Victor”

9. “Dawn Will Rise”

10. “Remedy”

11. “Live Like A Dream”

12. “Rider”

Das novas musicas, destacamos aqui as “ Love is Madness ” que nada mais é que um feat com a cantora Halsey, e “Rider ” que com certeza vai levar muitos dos fãs a loucura, pois a faixa é uma balada voz e violão, e tem no vocal o baterista da banda Shannon Leto, vale a pena dar uma atenção especial a essa faixa.

No geral, o álbum funciona, tem bons vocais, foi muito bem produzido e tem boas canções, algumas já lançadas anteriormente como “Walking on water” e “ Dangerous Night “.

O disco já está disponível em todas as plataformas digitais, então não percam mais tempo e deem o play para conferirem. Spotify: https://t.co/iPd2hkNAWm Apple Music : https://t.co/iiKzhpyJrW Google play : https://t.co/bCL086zCXH

 

Por: Jaqueline Nogueira

site responsável: Alinne Torre
19.03.2018

Olá amigos, durante essa semana (terminando na noite de hoje) estive acompanhando a passagem da nossa queridinha, Katy Perry e de sua convidada especial, Bebe Rexha.  Hoje, eu deveria postar para vocês um resumo de como foi a passagem delas por aqui. Mas, sinto que já fiz isso nas redes sociais, assim decidir mostrar para vocês o que realmente significou a visita das duas artistas em nosso País para os fãs e como isso DEVERIA ser um padrão para os artistas internacionais que nos visitam cada vez mais.

Vou falar primeiro sobre Bebe Rexha. Confesso a vocês, que apenas conheço suas músicas mais bombadas e sei de sua carreira por alto. A cantora é bem conhecida ao redor do mundo, tem várias músicas que se tornaram hits nas rádios. Mas o que realmente me impressionou, não foi o fato de Bebe ter aprendido a versão de “Só da tu” para agradar os brasileiros, mas sim sua atitude com as pessoas que mais importam: os fãs.

Bebe atendeu TODO mundo em seu hotel, em passeios, chamou seus fã-sites para m&g e ainda cedeu entrevista a eles. Sem contar que ela fez stories de tudo isso.

 

Ela dançou com eles e filmou. Conversou de fato, os conheceu. Isso que deveria ser um m&g – e não apenas uma foto de 1s, no qual você é bruscamente puxada por seguranças. Sem contar o preço absurdo.  Eu já disse que tem artistas que cobram 3 mil reais por fotos em grupo?!

Falo isso com propriedade de uma pessoa que já foi dona de vários fã0-sites (e ainda é) e nunca foi tratada bem pelos seus ídolos. Talvez eu tenha escolhido colocar meu precioso tempo nas pessoas erradas.

Ok, você pode me dizer. A mais a Bebe não é tão famosa no Brasil, tinha poucos fãs atras dela. OK… então vamos falar de Katy Perry. 

Já tive o prazer de ver a senhorita Katia Pereira três vezes e eu nunca me decepciono. Vou muito em shows, e com o tempo as vezes, devo confessar, que eu paro e penso: “Cara, porque eu vim aqui? Poderia estar fazer outra coisa.” Mas com a Katy não. E olha que eu não sou uma fã MALUCA (no bom sentido) dela. Sei todas as suas músicas, mas não acompanho sua vida 24 horas por dia, como muita gente faz.

Todos os shows de Perry trazem um sentimento diferente. Ela faz o que todos os artistas deveriam fazer em suas tours mundiais. Todos tem dinheiro e potencial – ou pelo menos a maioria – para fazer não apenas uma apresentação, mas sim, trazer uma experiência única para seus fãs nunca mais esquecerem.

Eu sempre digo, showzão, não é só a voz – é mega importante – mas sabe porque Britney Spears está de pé por tantos anos e dublando? Porque ela traz mais do ela mesma no palco.

Katy, traz dançarinos e dança junto. Iluminação, efeitos, telão, passarela, audio, surpresas. TUDO! E sabe o que é melhor? ela traz isso tudo para a AMÉRICA LATINA! Porque de fato, os artistas sempre montam shows de cair o queixo, ai chega por aqui e trás uma cadeira e um violão e nos cobram o mesmo valor ou mais do que os shows do seu País. Ta certo isso, produção?!

Mas o mais importante que Perry pode trazer é a sua interação e entrega no palco com o público. EU AMO ELA POR ISSO! Não é só cantar, é se conectar com aquelas 40 mil pessoas que estão ali só para te ver. E ela fez mais do que isso (de novo!): conversou, chamou um fã para o palco e realmente conversou com cada um deles em todos os estados e ainda trouxe uma tradutora para que ela mesma pudesse se comunicar em português. Isso não é maravilhoso?!

Até sobre o Presidente Temer ela acabou falando!

Quantas vezes você já foi em um show que o artista nem sequer falou algo? “Olá, Brasil! Oi, São Paulo!” não contam.  Ou aqueles que falam frases soltas e que ninguém entende e que a pessoa simplismente não faz questão que os outros entendam.

Como bônus, Katy trouxe Gretchen ao palco e no Rio de Janeiro fez uma homenagem a Marielle. Sim, ela e sua equipe fizeram a lição de casa.

Nos bastidores ou fora do show? Katy atendeu fãs nas ruas, no parque, no aeroporto. Convidou seus fãs sites e sorteou m&g. Não fez apenas fotos, mas sorriu, conversou e mais uma vez se entregou. DE GRAÇA.

 

Eu não sei vocês, mas como eu queria que todos que viessem ao meu país respeitassem seus fãs assim. Que nenhum de nos tivesse que sonhar estar nos Estados Unidos para ver atitudes e shows dos nossos ídolos maravilhosos desse jeito.

Por fim, fica então o meu desejo que todo mundo tenha um pouco mais de Katy Perry e Bebe Rexha em seus corações ao pisarem no Brasil.

E vocês curtiram os shows?

 

 

site responsável: Alinne Torre
20.02.2018

A Grande Jogada é aquele tipo de filme que faz você ficar animado só com os minutos disponibilizados durante o trailer, além de contar com um elenco incrível formado por Jessica Chastain no papel de Molly Bloom, a protagonista da história, Idris Elba, Michael Cera e Chris O’Dowd. Mas se isso já não basta para te levar ao cinema, a história poderá te agradar: que tal conhecer uma das mesas de pôquer mais famosas do mundo.

O filme é baseado no livro  “A Grande Jogada – A História Real da Mulher Que Comandou A Mesa De Pôquer Mais Exclusiva do Mundo” que conta a história real de Molly Bloom que treinou desde pequena para se tornar uma atleta olímpica até que uma lesão a tirou da vida de atleta e fez com que ela decidisse tirar um ano de folga em Los Angeles antes de entrar para a faculdade de Direito.

Ao chegar em Los Angeles, Molly começa um trabalho de assistente para Dean Keith (Jeremy Strong) que comanda um jogo de pôquer para ricos e influentes e logo Keith leva Molly para fazer parte da organização do jogo até que ela decide comandar seu próprio jogo e é aqui onde acontecem os eventos do filme que levam Molly a cordenar um dos jogos mais exclusivos da cidade, até chegar em Nova York e ser acusada de crime federal. Durante o filme, vemos que Molly tem razão em ser considerada como “princesa do pôquer”, seu jogo conta com apostas de altos valores e jogadores que incluíam desde a os maiores nomes de Hollywood e estrelas do esporte até a máfia Rússia.

O longa marca a estreia do diretor Aaron Sorkin (“A Rede Social”) na direção, além de assinar a adaptação do livro escrito pela verdadeira Molly. Quando roteirista, ele ficou conhecido por usar uma linguagem técnica, porém compreensível, ao ajustar histórias reais envolvendo temas não tão comuns para o grande público.

Opinião da equipe:
O legal do filme é que ele alterna entre três momentos diferentes da vida da protagonista mostrando a vida de glória de Molly como a “princesa do pôquer”, seu treinamento para se tornar uma atleta olímpica e com isso seu relacionamento com seus pais e também sua interação com seu advogado do momento que ela é presa pelo FBI até sua sentença.

Outro bom momento,  é a interação de Molly com seu advogado, personagem de Idris Elba, que no começo não queria aceitar o caso dela por sua fama nos tabloides, mas acaba decidindo a defender e aprende que tem muito mais sobre a Molly do que ele acreditava. Além de sua relação com seu advogado, um dos pontos altos do filme acontece no final e é uma emocionante interação entre a protagonista e seu pai com quem ela teve um relacionamento conturbado durante a vida toda.

Por fim, é incrível ver como a vida de Molly se desenrolou, como é fácil você ficar perdido no meio de dinheiro, drogas e apostas e como em um dia você pode estar por cima e no dia seguinte estar por baixo e sem ninguém ao seu lado.

A Grande Jogada, dirigido por Aaron Sorkin, concorreu em duas categorias no Globo de Ouro de 2018, e está na briga com outros grandes nomes no Oscar 2018 na categoria “Melhor Roteiro Adaptado” e por isso e muito mais que o filme merece ser checado no cinema a partir do dia 22 de fevereiro (quinta-feira). BOM FILME! 

site responsável: Alinne Torre
29.01.2018

O Grammy’s 2018 aconteceu na noite de ontem (28), em uma Nova York curiosa para ver o que o grande prêmio da música iria aprontar.  As celebridades pareciam dispostas a protestarem por algo, levantaram novamente a bandeira do movimento #TimesUP, levando rosas brancas para o tapete vermelho.

O que na realidade acabou virando mais um acessório do que realmente um simbolo de protesto contra os abusos hollywoodianos.  Camila Cabello por exemplo, levou mini rosas brancas (super fofas) e acabou sendo questionada por vários jornalistas sobre elas, como se fosse , como se fosse uma joia para se exibir em um #RedCarpet.  Mas… tudo bem, o que vale mesmo é a intenção da galera, né não? kkkk

Durante a premiação, os artistas aproveitaram apresentações para realizarem discursos a favor de um Estados Unidos de braços abertos, a favor dos imigrantes, um País mais feminista e uma Hollywood mais igualitária.

Mas ai entra a primeira questão: A edição teve o número de indicações de artistas mulheres bem abaixo das anteriores, e quase NENHUMA mulher levou um grande prêmio. Sabemos que as músicas são escolhidas por questões técnicas e blá blá blá … besteira! A cantora Alessia Cara foi a única mulher vencedora entre as principais categorias, levando o prêmio de melhor artista revelação, sendo que SZA foi a recordista em indicações e não levou nenhum prêmio.

O Presidente da premiação, comentou o caso “Eu acho que tem que começar com…mulheres que tenham a criatividade em suas almas e corações, que querem ser musicistas, que querem ser engenheiras, produtoras e querem fazer parte da indústria no nível executivo…Elas precisam se impor porque acho que elas seriam bem-vindas”, declarou. (Via Variety)

Outro exemplo  de como o cenário estava se contraditório foi a entrega do prêmio de melhor música pop, onde “Shape Of You” de Ed Sheeran ganhou de Kesha com “Praying”, que fala justamente sobre o abuso que o movimento #METOO retrata.

Outro questão bastante interessante é sobre os fortes discursos sobre os imigrantes e principalmente os latinos serem aceitos pelos Americanos como pessoas NORMAIS e não lixos como o presidente Trump e uma grande parcela do país acha.

A cantora Camila Cabello, filha de um casal cubano-mexicano que chegou aos Estados Unidos quando ela era pequena, frisou a importância de oferecer uma proteção legal aos imigrantes muitas vezes chamados por “dreamers” (sonhadores), por estarem em busca do sonho de vida americano.  “Este país foi construído por sonhadores para sonhadores”, e logo depois chamou ao palco a banda U2. Os irlandeses por sua vez, fizeram uma apresentação da música “Get Out of Your Own Way”, construção cubana. O vocalista Bono, por sua vez, alfinetou Donald Trump. “Bem-aventurados os países de merda, porque nos deram o sonho americano“, disse.

O comentário de Bono refere-se a uma suposta fala de Trump em uma reunião privada na Casa Branca neste mês em que ele teria chamado nações africanas e o Haiti como “países de merda”.

Mas ai…. Vem DEEESPACITOO! E em vez de gravação do ano ser “Despacito” — uma canção de amor em língua espanhola que se tornou um hino em face de retórica dura de Presidente Trump sobre imigrantes — o troféu foi para música chiclete de Bruno Mars.

‘Despacito’ é a música MAIS tocada de 2017, tem o clipe mais visto da plataforma youtube. E não ganhou NADA!  A canção de J Balvin não é uma obra de arte, concordo. Mas ela é uma porta para a música Latina invadir as paradas de sucesso.

J Balvin, conseguiu parcerias com Justin Bieber, Beyoncé (!!!), Demi Lovato e se apresentou nos maiores programas de entretenimento do mundo com essa música – que é cantada em ESPANHOL!!!

Outro motivo para ele ter levado de cara o prêmio nessa categoria é o fato de o cantor não ter concorrido como um ‘artista latino’, mas sim iqual aos grandes nomes. Porque vocês sabem, esse tipo de premiação costumam rotular e até separar a galera daqui da América Latina.  Como por exemplo, Shakira que até chega a lançar álbum com versão em inglês para agradar o público Americano e Europeu e que esse ano levou como melhor álbum latino.

J Balvin concorria com os grandes da indústria mundial e fez uma performance ao vivo com muitos dançarinos e toda a pompa que qualquer artista poderia ter durante o Grammy. Merecia, SIM!

Então, tudo foi uma decepção? Não! Eu gostei das apresentações, foi um belo show!  E quanto aos prêmios, é sempre a mesma coisa: quantas bandas de 20 anos de estrada nunca levaram nada? Madonna mesmo só tem 1 um prêmio e é considera rainha do pop. E precisa lembrar da Katy Perry? kkkk

Por fim, alguns artistas tentaram mas a bancada matusalém de críticos do Grammy não apoiaram as causas e mandou um bom fo&¨% para tudo aquilo e jogou logo os tradicionais ganhadores que todo mundo já esperava.

Que venha o Oscar! 

site responsável: Alinne Torre
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