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21.07.2017

O mês de julho começou com tudo no mundo da música. Duas músicas foram lançadas de duas grandes cantoras no mundo da música e que são muito admiradas e amadas por seus fãs. Sim, estamos falando de Demi Lovato e Selena Gomez.

A primeira a lançar seu novo sucesso foi Demi Lovato com a canção Sorry Not Sorry que teve uma forte divulgação lá fora inclusive pela própria cantora.

Batida e ritmo incríveis e contagiantes. Ou seja, é aquele típico de música que você não consegue ficar parado.  E vale lembrar que o novo sucesso de Demi Lovato debutou em 52º lugar na Billboard Hot 100. Mas convenhamos, o clipe parece de fato ser continuação de Cool For The Summer.

Na minha humilde opinião,  como a música é uma mensagem da cantora para os haters – que quase a fizeram desistir e dar uma pausa na carreira no ano passado – , o clipe deveria conter história! Como um “Bad Blond”, da Taylor Swfit! Nada tão profundo, mas um resultado melhor do que uma grande festa!  Demi está ficando ligada demais nesse roteiro de clipe babadeiro, com luz rosa e mostrando seu corpão.

Outros dois motivos para que Demi tenha aceitado fazer essa “continuação”:

  • Tanto o clipe de “Cool For the Summer” quanto o de “Sorry Not Sorry” foram dirigidos pela mesma pessoa – Hannah Lux Davis.
  • Querendo ou não, o “CFTS” deu certo e virou hit lá fora, então nada como repetir a receita, não é mesmo!

Mas vamos falar de resultados: O vídeo completou em suas primeiras 24 horas no ar com 8,2 milhões de visualizações na VEVO/Youtube. É uma das melhores estreias da plataforma digital neste ano – atrás de “Bon Appétit” (Katy Perry), “Bad Liar” (Selena Gomez) e “Malibu” (Miley Cyrus).

Agora, temos Selena Gomez. Depois de Bad Liar – que para falar a verdade tive uma certa rejeição no começo, mas que o clipe me ajudou a entender melhor o contexto da canção – , ‘Fetish‘ veio para mostrar que a cantora irá seguir mesmo na pegada ‘falando baixinho e sexy’.  Confesso que fiquei bem surpresa com essa nova fase da Selena, lançando musicas mais envolventes, com ritmos mais sensuais. Muito parecido inclusive com as canções de seu atual namorado The Weeknd. Teria ele uma influência nesse novo estilo da Selena? Não sei dizer, mas assumo que estou gostando bastante dessa nova fase da cantora.

A canção trás um título ousado e arriscado, com uma pegada R&B com padrões eletrônicos. A voz de Selena é diferente de Lovato, ela sabe que tem limitações e as aproveita, criando sensualidade em seus sussurros.  O single, é uma amostra do que Gomez pode fazer com sua carreira. Um ponto de partida muito agradável, que dá vontade de saber mais sobre seu próximo álbum, que ainda não tem data definida para ser lançado.

Para finalizar, uma coisa é fato, ambas Demi Lovato e Selena Gomez são cantoras fantásticas, com canções incríveis e envolventes e não há espaço para algumas rivalidades binas que acaba existindo entre os fãs das duas.

Vamos ficar por aqui, com a prévia do clipe da Selenita, que chega semana que vem:

site responsável: Bianca
17.07.2017

Na noite de sábado (15), no Citibank Hall em São Paulo, Martina Stoessel brilhou, encantou e colocou a casa de show abaixo com sua única apresentação da tour “Got Me Started Tour” no Brasil.

Com um espetáculo extremamente profissional, Tini apresentou praticamente quase todas as musicas do seu primeiro álbum, como Confia En Mi, Finders Keepers, Sigo Adelante, Don’t Cry For Me, Yo Te A Ti, Siempre Brillaras, Ya No Hay Nadie Que Nos Pare, entre outras.  A cantora ainda relembrou grandes sucessos do trabalho que marcou sua carreira e a tornou famosa, o seriado da Disney, Violleta. Ao cantar, Te Creo, Veo Veo, Em Mi Mundo, Como Quieres, são fãs vieram a loucura e cantaram em plenos pulmões.

Um dos momentos mais emocionantes do show, foi durante a música “Yo Te Amo A Ti” em que todos levantaram corações com os deseres “Eu te Amo”, além de bastões de luzes para homenagear a cantora.

Tini mostrou que cresceu, e que não é mais a menininha da Disney. Grande estrutura, dançarinos e figurinos elaborados, marcam a nova fase da cantora.

Por final, uma coisa é clara, Martina Stoessel sonha alto e quer se tornar uma super popstar, e está trabalhando para isso. E eu creio, que ela esteja no caminho certo.

Foto por Manuela Scarpa – Brazil News
Matéria por Bianca – Parada POP

 

site responsável: Alinne Torre
17.07.2017

A banda americana The Maine se apresentou pela quinta vez em São Paulo neste sábado dia 15/07/2017 para estrear a sua nova turnê e disco “Lovely, Little, Lonely”. Os americanos começaram a fazer sucesso no Brasil, na mesma época que bandas como All Time low, Never Shout Never e A Day To Remember. Após 10 anos de banda, eles mostraram que segue com os fãs fiéis e que também conquistaram novos.

Sempre muito simpáticos e atenciosos com os fãs, a banda realizou seu famoso meet e great para as 200 primeiras pessoas que compraram ingressos. Embora a foto fosse você e mais outras 10 pessoas, os integrantes da banda conseguiram administrar bem o tempo para ser simpáticos com todos e às vezes até rolava uma selfie clandestina com aquele fã que fosse mais espertinho.

Quem tá curtindo o som do @themaineband ? Nós estamos! Acompanhe tudo no stories 💕 #themaine

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O show dos rapazes contou com a abertura do Michael Band, músico da ex boyband P9. O moço soube conduzir o show e conquistar os fãs presentes quando tocou “Take Me Dancing” do The Maine. Após 30 minutos de show, era a hora de esperar a banda.

Pontualmente às 19h The Maine subiu ao palco, com luzes baixas e fumaça, transformando o ambiente em um ar mais psicodélico que introduziu “Black Butterflies & Dèja Vu”. Logo na primeira música o público foi a loucura, cheios de energia matando a saudade.

O vocalista John O’Callaghan conduz a banda o show inteiro, com uma presença de palco incrível e muita energia. Sempre surpreendendo o público, John em muitos momentos parava para falar com os fãs e para fazer com que eles interagissem em algumas músicas, como em “Am I Pretty?” o moço pediu para que a galera abrisse uma roda e fizessem alguns passos de dança.

Quase matando os roadies e seguranças do coração, antes de iniciar “Girls Do What They Want” John escalou caixas de som e se pendurou numa estrutura de ferro no teto do palco e alí mesmo cantou o início da música. Em certo momento ele chamou um fã apelidado pelo o mesmo de “Vi” para subir ao palco e pediu para que cantasse o refrão junto com a banda.

Em todo momento a banda dizia o quanto amava estar ao Brasil mais uma vez, comentando que amam fazer shows aqui e que voltarão com certeza. O show ainda contou com uma surpresa, The Maine tocou pela primeira vez a música “How Do U Feel” que foi super bem recebida pelo público.

Mesmo com toda essa energia e carisma, a banda se apresentou por somente 1 hora e 20 minutos. O setlist contou com 18 faixas e embora a turnê seja voltada para o novo álbum “Lovely, Little, Lonely” apenas cinco músicas faziam parte desse disco.

O show encerrou com um gostinho de quero mais dos fãs, que deixaram claro que já estão com saudades da banda. The Maine ainda se apresentará em Limeira, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre fechando a sua turnê no Brasil.

 

Texto e cobertura feito pela nossa colaborada: Cibele Carla da Silva
Foto: Renato Brás – Musicão

 

site responsável: Alinne Torre
04.07.2017

Como anunciamos aqui JAY-Z lançou seu novo álbum “4:44”. Entre os destaques, temos a faixa onde ele admite a traição a esposa, Beyoncé. Caso que também já havia sido abordado no álbum “Lemonade”.

Sendo assim, o jornal The Guardian publicou um artigo bem direto dizendo o que acham dessa exposição, dizendo que nada disso é feminista, como muitos defendem.

“Vamos ser reais aqui: o melodrama romântico mostrado nesses dois álbuns não é revolucionário nem feminista, mas sim bastante antigo e cansativo.  Seja como for, o que torna esta saga em particular ainda pior é que a humilhação é, bizarramente, defendida como uma espécie de conto de fadas feminista. Em ‘Lemonade’, parte do conto de fadas, o enredo passou entre a decepção, descrença e vingança, depois perdão. Em 4:44, a catarse é invertida, movendo-se através de confissão, remorso, auto-flagelação e promessas de mudança. Em ambos os casos, as embalagens audiovisuais conectam as ligações íntimas dramáticas com a luta negra e o empoderamento das mulheres. Falando que isso é feminista, isso é colocado como um produto e é comercializado.  Mas se o feminismo é desafiar o status social, então uma história feminista de traição normalmente terá uma mulher graciosa, se devastada, afastar-se de um homem que maltrata e a engana. Uma mensagem feminista encorajaria as mulheres a não escolherem parceiros ‘sem emoção’ que precisam ‘ver ‘seu filho nascer’ para ver através dos olhos de uma mulher’, (todas essas confissões de JAY-Z). Isso exigiria que as mulheres prosperassem na arte do amor encorajando-as a escolher parceiros que as tratassem com respeito”, escreve o jornal.

A publicação leva em conta sociedades, como da Nigéria, onde mulheres esperam seus maridos envelhecerem para conseguirem um pouco de respeito ou dedicação dentro do relacionamento.  E como Beyoncé e Jay-Z são um casal público, talvez este não seja o melhor exemplo a se dar para o resto do mundo. A jornalista ainda afirma que ela não está afirmando que Beyoncé, não é feminista. Mas que toda a narrativa em volta deste caso é bem contraditório.

Após ler este artigo, trazemos ele como matéria para vocês, para levantarmos a questão proposta pelo jornal. É um tema que vale a pena ser pensado e discutido.

site responsável: Alinne Torre
03.07.2017

Ariana Grande voltou ao Brasil, desta vez com duas apresentações, começando no Rio de Janeiro e terminando em SP. Acompanhamos a cantora soltando o vozeirão na frente de um público formado por 25 mil pessoas na noite de sábado (01), no Allianz Parque em São Paulo.

Com canções mais maduras no seu setlist, o crescimento de sua carreira está presente também em suas roupas e estilo de palco.  Sem mais aquela garotinha pulando de orelinhas de gatinho que vimos em 2015.  Outro detalhe a ser notado, está na diferença de público. Na sua última vinda, falamos por aqui que o show havia sido morno, pois a grande presença de “papais e mamães” era grande. Mas não é que os fãs cresceram? Sim! E fizeram barulho! Com certeza, ela sentiu a diferença.

Ariana Grande e sua equipe investiram pesadamente em uma estrutura de palco, com vários (muitos mesmo) holofotes, iluminação colorida, efeitos no telão e fumaça. É bacana? É! Porém, não conseguíamos ver a cantora no meio daquilo tudo.

One Last Time bem de pertinho para vocês 💕👏🏻 #arianagrande @midiorama

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Estávamos na premium ou seja, de frente para o palco. E por muitas vezes perdemos a cantora de vista. O telão que auxilia o público, teve suas imagens modificadas por efeitos, o que não ajudou em nada. Por sorte, estava ventando e a fumaça saia em minutos – para logo ter mais. Talvez tudo funcionasse, se um holofote branco estivesse sempre focado na cantora, e não todos virados para o público.

Outro pecado cometido por Ari, é a sua falta de interação com o público. O mesmo percebi em 2015, a cantora se mantem atenta a coreografia e passos contados. Não conversa com seus fãs e vem pouquíssimas vezes para frente da passarela, se mantendo sempre perto das escadas ao fundo.  Medo? Insegurança? Acreditamos que não, é apenas o jeitinho dela – que deve ser revisto por sua equipe.

Ariana tem A VOZ!! Quando ela começa a cantar, é um arraso e emociona a todos, mas um show é feito pelo conjunto da obra e para ser um grande espetáculo. Sendo assim, ela precisa modificar várias coisinhas. Mas para uma jovem de 24 anos, com uma carreira em desenvolvimento, o show está mais do que aprovado!

Para os fãs, agradecemos pelo carinho com nossa equipe. Confira agora um vídeo especial que fizemos durante a fila e show:

Até a próxima, e não esqueçam de acompanhar os eventos em nossas redes sociais: @PortalParadaPOP

 

site responsável: Alinne Torre
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