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Podemos finalmente dizer que a espera acabou! O sexto álbum de estúdio de Lady Gaga finalmente está entre nós e pode-se dizer que em meio ao caos mundial devido as condições pelas quais estamos passando “Chromatica” vem como um escape para tudo isso!

Após o último lançamento, “Joanne” em 2016, Gaga finalizou os quatro anos sem nenhuma mega produção e voltou com este álbum que sem dúvidas promete ser um marco. Afinal é definitivamente o primeiro álbum assumidamente pop da cantora em sete anos.

Sem mais delongas vamos conhecer um pouco mais do “Chromatica” e embarcar nesta nova era de Lady Gaga!

Welcome to Chromatica!

Afinal, por que “Chromatica”? Qual o objetivo de Gaga ao colocar tal nome em seu novo trabalho?

A palavra “cromática” faz parte do universo das cores e dos sons. Visando o cenário musical em sua parte teórica, por exemplo, escala cromática se refere ao conjunto de tons e semitons presentes de “dó” a “si”.

Gaga se inspirou na junção de seus significados para fazer a escolha do nome para do sexto álbum.

“São todas as cores, todos os sons. […] Então nós estamos falando sobre inclusão e vida”, disse a cantora em entrevista feita por Zane Lowe para a Apple Music, em fevereiro de 2020.

Chromatica resgata o conceito do álbum temático. A narrativa é dividida em três partes por “intervalos” de música clássica, que lembram trilhas sonoras cinematográficas.

“Por favor, escutem do começo ao fim, não precisa colocar no aleatório. Essa é a minha verdadeira história”, pediu a cantora no Twitter.

O disco começa com um instrumental de proporções épicas, como se estivéssemos prontos para uma aventura em outro universo, sendo de total responsabilidade da artista a composição inicial.

Primeira seção

Abrindo a primeira seção temos “Alice”, nada melhor do que começar nossa viagem com a referencia de “Alice no País das Maravilhas”, deixando claro também que veio para resgatar o pop dançante. É ótimo pois nos remete a Gaga que dominou o mundo com seu “The Fame Monster”.

Em seguida temos os singles “Stupid Love” já conhecida mundialmente e apesar de não ter se dado bem nos charts a canção é melhor visando a seção em que se encontra. “Rain On Me” traz vocais graves de Gaga e a delicadeza de Ariana. “Free Woman” é especial, nesta canção por favor coloquem o som no último e sintam a força da letra: “I’m not nothing unless I know I can, I’m still something if I don’t got a man, I’m a free woman” , afinal tudo parece libertador com a junção da letra com o dance music e o trip-hop. Por último ,“Fun Tonight” deixando a desejar neste começo pois o que parecia ser algo arrasador em seu refrão deixou um pouco a desejar.

Segunda Seção

“911” segue a mesma linha da faixa anterior, além disso Gaga vem com uma voz robotizada om uma voz robotizada, lembrando os álbuns “Born This Way” (2011) e “ARTPOP” (2013). Em “Plastic Doll”, produzida por Skrillex, a mensagem que chamou atenção em toda a composição é que na verdade ela não pode ser usada como boneca por ninguém.

O single “Sour Candy”, lançado ontem em parceria com o BLACKPINK faz parte desta seção, que é daquele tipo de canção que realmente gruda na mente. No entanto, diferente das demais “Enigma” realça os vocais poderoso de Gaga em uma vibe vintage e finalizando esta parte “Replay” que apesar da batida agitada fala sobre suas cicatrizes e monstros que sempre a acompanharam ao longo da vida.

Terceira Seção

Por fim, chegamos a ultima seção do álbum com a parceira entre Gaga e Elton John, “Sine From Above” vem com sua música em busca de uma luz, um sinal. O que mais impressiona na canção é o refrão definido por um eletrônico mais pesado e logo a junção das vozes graves de Elton e Gaga, resumindo em um contraste perfeito.

“1000 Doves” segue a animação da canção anterior, produzida por BloodPop um dos responsáveis pela maioria das faixas do álbum, essa com certeza pode ser chama de hino sem nenhum medo.

Então, para fechar o álbum “Babyloon” é bem Lady Gaga apesar de alguns canais frisarem a semelhança com “Vogue” da diva Madonna. Foi uma das faixas que deixaram os fãs mais ansiosos pelas prévias divulgadas há algumas semanas. A canção vem com referência aos anos 1990 fechando o disco com chave de ouro!

Contudo tendo uma visão geral após escutar o “Chromatica”, é fácil entender que as canções falam sobre seguir adiante, sobre liberdade e auto-afirmação. Não diz nada além de independência, sendo este um ponto crucial que liga as canções em letras e sonoridades.

Então que tal partimos para o stream na lenda e aproveitar este lançamento tão esperado?

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* Foto: Divulgação

Leticia

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Tema por Gabriela Gomes