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Bryan Behr lançou, nessa sexta-feira (9), o seu novo EP que leva o nome de “EP 2019”. É evidente que o Behr não dorme em serviço pois, além de um EP incrível, o cantor, também, disponibilizou os lyric videos das três faixas presentes no novo material, em seu canal oficial do YouTube.

O cantor e compositor brusquense, de apenas 23 anos, tem uma voz calma que encanta à todos. O Bryan deu início a sua carreira de músico com o lançamento do álbum “Da Cor do Girassol – Acústico”, com cinco faixas autorais em formato acústico. Atualmente o músico soma 450 mil plays no Spotify, com 27 mil ouvintes mensais. Certamente qualquer pessoa que tenha contato com a arte produzida pelo Bryan, se apaixona. Aliás, o cantor é bem ativo em suas redes sociais então não perde a chance de segui-lo.

No embalo de lançamento e fase nova na carreira Bryan Behr deu uma entrevista ao Parada Pop na qual fala um pouco de sua origem e inspirações. Além disso, o Behr nos conta um pouco sobre shows e planos para o futuro.

Então, vem conferir o nosso papo super legal:

Você compõe desde mais novo, certo? Em que momento percebeu que queria dar voz às suas composições e seguir carreira no ramo musical?

Eu escrevia realmente só como uma forma de expressar as coisas que eu vivi e que eu sentia. Acho que essa chave virou pra mim quando eu mandei, justamente a música “Da Cor do Girassol”, pro Pedro Schin que é um artista da região, lá de Santa Catarina. E ele me chamou de maluco, ele dizia que não ia gravar a música porque eu é que deveria gravar aquela música. Então ali me virou a chave de: porque não eu cantar as coisas que eu escrevo. Então, eu comecei a postar as minhas primeiras músicas na Internet e eu percebi que as pessoas gostavam daquilo. E elas começaram a pedir por mais músicas e surgiu uma demanda de apresentações ao vivo e tudo mais. E foi nesse momento que girou a chave de que eu deveria cantar realmente as coisas que eu mesmo escrevia.

O que a música desperta em você? E qual mensagem você gostaria de passar através do seu som?

Eu acho que a música… A composição, na verdade, ela serve como uma forma, como eu já disse antes, de me expressar e eu me sinto completo quando eu faço. Eu faço várias coisas que me dão prazer e que me deixam muito feliz, só que escrever é uma das únicas que me deixa completo, sabe? Eu me sinto em paz quando estou compondo independente do que estou vivendo e de que época eu estou vivendo. E a mensagem que eu quero passar através da minha música é, eu acho que de cura e aprendizado. Acho que quando a gente escreve as coisas que a gente vive as pessoas podem tomar aquilo como exemplo, sabe? Então se alguma pessoa em algum canto do país ouvir minha música e se isso fez o dia dela ser melhor, eu acho que já cumpri o meu papel.

Em 2018 você lançou seu EP “Da Cor do Girassol – Acústico”, qual maior lição que ele lhe trouxe?

Ele me trouxe várias lições. Foi um EP que eu gravei com o Davi Carturani, no Estúdio Pistache, na minha própria cidade Brusque. E uma coisa que a gente fez durante a produção desse EP com 5 faixas foi tratar tudo com muita verdade. Eu e Davi passávamos horas e horas conversando sobre a vida, sobre várias coisas enquanto produzíamos as faixas, né?

Ele me ensinou, também, sobre profissionalismo. Eu corri atrás de muita coisa com esse disco e tem um amigo meu que me ensinou uma lição muito interessante. Porque o EP “Da Cor do Girassol” foi o primeiro que eu fiz material físico. Eu imprimi um CD dele, físico mesmo. E esse amigo falava pra mim que eu só ia ser um ser um cantor, um músico, quando eu tivesse um CD físico. Porque as pessoas falam isso sobre escritores, por exemplo. “Ah, eu sou um escritor”. “Tá, mas qual é o seu livro?” Então, me ensinou muito sobre admirar o meu próprio trabalho. Quando chegou o disco físico.

Tudo bem a gente dá play lá nas plataformas digitais e tudo mais. Só que quando tu pega um trabalho teu físico ali na tua mão. Tu abre o encarte, tu lê as letras e coloca no carro e dá play é outra coisa assim. Então, essas foram umas das coisas que esse trabalho me trouxe. E me rende frutos até hoje. Me rendeu muitas amizades, foi incrível!

Você tem uma pegada voltada para músicas calmas e envolventes. Tem algum artista em que você se inspira? Se sim, de que forma essa pessoa se tornou um espelho para voce?

Tem vários artistas que me inspiram muito. Eu gosto de citar alguns, por exemplo. O Lenini é um, o Nando Reis é outro artista que eu admiro pra caramba. O Caetano. Todos esses artistas têm uma coisa em comum: eles têm muita verdade nas coisas que eles fazem.

O Lenine tem aquela coisa de trazer a terra dele, a cultura dele para dentro da própria música. O Nando de trazer as histórias pessoais de vida; Que é uma coisa que eu gosto muito de fazer também. Então, meio que a gente se sente amigo. Eu me sinto amigo do Nando Reis e eu nem conheço ele, sabe? Porque eu sei muita coisa da vida dele por ouvir as histórias que as músicas deles trazem. Eu acho que uma coisa que me ensinou muito foi isso: de carregar verdade e as histórias mesmo que eu vivi pra dentro da minha própria música.

Nos conte um pouco sobre seu trabalho e planos para o futuro. Teremos shows? E o que podemos esperar do seu novo projeto “EP 2019”?

Acho que o próximo passo agora é gravar o disco. E pra quem quiser saber um pouco mais sobre o que vai rolar no disco é só ouvir o “EP 2019” porque ele tá dando um direcionamento até artístico pra gente do que a gente quer fazer. Foi uma descoberta entrar em estúdio em tão pouco tempo. Nós tivemos seis dias pra produzir as faixas. E mesmo assim fazer isso com muito carinho. Nós não mudaríamos uma vírgula de qualquer uma das três músicas mesmo se a gente tivesse 3 anos para produzi-las. Então, eu acho que o próximo passo é gravar o disco completo para soltar até o final do ano e quem sabe fazer sim uma turnê pelo país inteiro.

Sem mais delongas, vem ouvir o novo projeto do Bryan:

Bom, deu para perceber o talento que o cantor possui, né? O Behr é um artista completo que vem, ao longo de apenas dois anos de carreira, emocionando e despertando sentimentos inexplicáveis através de suas músicas. Ainda, é inegável o fato de que o cantor é um fofo que transmite histórias de sua vida com melodias e letras marcantes. O objetivo do Bryan é passar a sua verdade e ter a oportunidade de tocar o coração das pessoas que lhe ouve. Gente, estamos apaixonadas!

Danielly

Danielly

19 anos, iniciou sua paixão por comunicação transmitindo informações e conteúdos em fã sites. É apaixonada pelo mundo de entretenimento, especificamente música pop, séries e filmes. Estudante de Jornalismo, seu objetivo é propagar conhecimento para o público.
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Tema por Gabriela Gomes