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07.09.2018

Nesta sexta-feira (7), o duo de produtores Seakret lançou a música “Perdendo a Mão”, um funk que é uma parceria com Anitta e Jojo Maronttini. O videoclipe mostra uma festa super animada na antiga casa de Anitta e foi filmado em fitas VHS, trazendo um ar bem retrô.

O resultado dessa parceria ficou incrível e na última quinta-feira (6), nós conversamos com o Dash, da Seakret, e falamos um pouco sobre a carreira do duo e toda a produção de “Perdendo a Mão”. Confira a entrevista:

Vocês trabalham juntos há anos, desde o Cine. Então, gostaríamos de saber como surgiu a ideia de montarem esse projeto juntos.

Foi bem natural, na verdade. Começamos a fazer músicas no intervalo das produções mesmo. Músicas que a gente estava curtindo, mas não sabíamos pra quem era. E aí o Cine já tinha parado, já tínhamos dado uma pausa e sempre gostamos de fazer shows, de performar, aí foi bem natural. O Danilo já tinha o nome Seakret, de um projeto que não foi pra frente. Aí a gente pensou em usarmos o nome porquê a gente gosta. E faz uns 3 anos isso, começamos a procurar identidade do projeto, mas foi só no final do ano passado que a gente começou a levar a sério mesmo.

Nesse tempo de duo, vocês já lançaram varias parcerias bem legais e de diferentes estilos musicais que se complementam, e é exatamente essa mistura de estilos que está acontecendo no Brasil atualmente. O que vocês acham desse crescimento e o quão importante ele é para o cenário musical brasileiro?

 Acho que não é só no Brasil, é uma tendencia mundial. Cada vez mais a música está globalizada, você pode ver o boom que o reggaeton, que a música em espanhol teve, que por muito tempo teve uma barreira pra entrar no brasil. E você vê vários artistas do Brasil bombando lá fora, a Anitta é um exemplo, ou MC Fioti com “Bum Bum Tam Tam” estourado lá fora.  Então essa tendencia de misturar os sons e fazer coisa novas usando também as coisas do Brasil é uma parada mundial. Acho muito bom porque os olhos do mundo estão voltados ao Brasil agora. A Anitta está abrindo essa porta, o funk está fazendo isso, muita galera lá de fora está usando o funk brasileiro como uma coisa nova pra eles, então acho bom para todo mundo.

Na opinião de vocês, o que mais mudou no cenário desde a época do começo Cine?

Cara, acho que o poo cresceu muito. O pop como um todo, seja no funk, no rap, no pop essencialmente, seja no eletrônico, existia um certo preconceito com o pop em português e eletrônico em português.  Acho que a galera está aceitando mais tanto a nossa língua quanto os nossos elementos. Você vê vários sons aí,  artistas como a Pabllo ou o Jão, que usam elementos reginais pra fazer um pop. Isso é uma coisa que, ,antigamente você ia colocar um ritmo nordestino como arrocha e tecnobrega  no pop,  a gelera não assimilava, e acho que hoje em dia o brasileiro consegue olhar mais para o próprio país e usar os elementos que a gente tem aqui.  Nossa cultura musical é muito rica e usada de diversas formas.

Conte-nos um pouco sobre “Perdendo a Mão”, quais foram as maiores referências e inspirações para compor a faixa?

A musica saiu muito natural, saiu de uma ideia que eu fiz de um pianinho com uma melodia de voz. Quando a anita ouviu ela curtiu, ela escreveu a letra né. E foi meio que natural, uma ideia que saiu de algo que estava mais pro hip hop e decidimos levar juntos pro funk porque a melodia estava bem semelhante a um funk mais pop e acho que não teve uma influencia certa pra musica, foi algo que naturalmente saiu.

Então, a princípio vocês não tinham em mente trabalhar com Anitta e Jojo na faixa?

Na hora que começou não, mas no dia seguinte, quando terminamos a música, pensamos que estava a cara da Anitta e mostramos pra ela. E ainda bem que a gente acertou, ela pirou, fez a letra na hora. Ela que fez todo o corre de produção do clipe, as ideias foram dela. Deu tudo muito certo e foi tudo muito rápido.

Como foi trabalhar com elas nessa faixa?

Foi demais! A Anitta é muito pratica, sabe bem o que ela quer. Então, quinta-feira mostramos a musica pra ela, ela já fez a letra, segunda estávamos produzindo e gravando e terça fizemos o clipe. Tanto ela, quanto a Jojo são sensacionais.  Deu tudo muito certo, quando as coisas são pra acontecer e se encaixam mesmo, foi isso que rolou.

O clipe traz uma pegada mais nostálgica com filmagens em câmera VHS, trazendo essa ideia de algo mais retro. A música também tem esse ar de funk anos 2000?

Tem, ela tem alguns elementos do funk mais raiz, mas também tem do funk mais moderno, e uma coisinha ou outra de hip hop. Mas é uma produção bem despretensiosa, acho que é a produção com menos canais de tracks que já fiz na minha vida. Porque a gente quis deixar a parada simples, a gente quis fazer um negocio diferente porque nem sempre fazer o negocio simples é o mais fácil, alias quase sempre é o mas difícil. E transparecer isso no vídeo também.

Tem alguma curiosidade sobre a gravação da música ou clipe que você possa contar?

O clipe é uma festa, uma simulação de festa, mas na real foi uma festa de verdade mesmo. A gente chegou lá e os amigos dela já abraçaram a gente, estavam fazendo churrasco, já começamos a tomar uma breja enquanto elas gravavam, ela a Jojo, na casa que ela morava. A gente já ficou lá, ela teve a ideia da parada e tal, só que não tinha meio que um roteiro em mente, então como a ideia foi toda dela a gente só foi. A gente tava te no meio do churras, ela ainda não tinha chego e mandamos mensagem pra ela perguntando o que tínhamos que fazer e ela disse “nem eu, só vamos”, aí a gente escolheu uma amiga dela que foi a principal e um amigo dela, que foi tipo na hora. E foi uma festa mesmo, a gente se divertiu demais. E até no clipe mesmo dá pra ver que não foi uma simulação, tem muita cena que dá pra ver que a gente estava se divertindo mesmo

Até agora, qual foi o maior desafio em toda a trajetória de vocês?

Acho que ainda existe um desafio da galera entender o que é o Seakret. Porque é uma parada que é meio recente no Brasil, você ter produtores fazendo um som que mistura o funk, pop, eletrônico, reggae e não são eles que estão catando.

A gente tem o Tropkillaz que faz até um som mais pesado que o nosso, mas é a mesma linha.  A gente tem poucos projetos que são bem assimilados no brasil, vira e mexe a gente tem que explicar que a musca não é só da pessoa que está cantando,  é do projeto também. É uma coisa que la fora tem muito né, tem o Major Lazer que já foi o número um no mundo, mas acho que é algo não muito difundido aqui. Mas a gente já sabia que isso ia acontecer, que é um projeto que tem que ser paciente e estamos muito felizes com tudo o que está rolando.

Quais são os próximos passos da carreira de vocês como duo?

Sinceramente, a gente não sabe o que vai acontecer depois de amanhã, mas a gente já tem muita música pronta. A gente ta terminando algumas também. Inclusive uma parceria com Tropkillaz, Lucas Carlos, tem parceria com Jão, FTampa, uma galera da gringa. Tem muita música aí, a gente não para de fazer música. Tem música que a gente gosta, tem música que não… aí a gente tenta outra. Então o que a gente vai fazer é continuar lançando e fazendo o nosso som, e tendo essa paciência aí de cada vez mais a galera entender o Seakret e que a gente veio pra ficar.

E agora, para finalizar, qual dica vocês dariam para quem quer seguir carreira musical?

Você tem que ser paciente e acreditar em você mesmo, parece clichê mas é a real. Feedback é muito importante, mas as vezes você  tem certeza que ta fazendo um trabalho bom, mas ouve que não, você tem que acreditar no seu taco. Se você fazendo um trabalho bem feito, que sabe que é bom é só você ter paciência que uma hora vai rolar. Eu sou a prova viva disso.

Incrível, né? O duo está fazendo muitos trabalhos legais e vale a pena ficar de olho nos próximos lançamentos do projeto. Enquanto isso, ouça e dance muito ao som de “Perdendo a Mão”:

site responsável: Evelyn
31.08.2018

De tempos em tempos surge um grupo de garotos que conquista multidões de adolescentes pelo mundo. As boybands marcam uma fase, ou várias, na vida de muitas pessoas por um período e deixam sua marca no cenário musical. Mas o que todas, ou a maioria, dessas boybands têm em comum? Garotos bonitos, talentosos, que têm singles chicletes, sabem dançar, fazem clipes divertidos? Por muito tempo, as boybands eram todas iguais e faziam músicas especificamente para um nicho de pessoas. Porém, atualmente há grupos bem interessantes e que fazem um trabalho incrível e nada clichê.

Why Don’t We é um grande exemplo de boyband atual que tem feito um trabalho bem legal e mostrado cada vez mais potencial de conquistar um grande espaço na música. O grupo, que foi criado em 2016, já lançou cinco EPs e vários singles. Nesta sexta-feira (31), deram mais um grande passo em sua carreira: o lançamento de “8 Letters”, seu primeiro álbum. Eles trabalharam muito nos últimos dois anos e sempre lançaram ótimas músicas e clipes impecáveis. 

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O primeiro álbum do grupo só mostra ainda mais todo o potencial de crescimento deles, em um trabalho versátil, com faixas sobre assuntos que todos nós passamos, batidas maravilhosas para dançar e vozes bem harmonizadas. “8 Letters”  traz 8 músicas, sendo 3 delas as já conhecidas “8 Letters”, “Talk” e “Hooked”. Infelizmente,  “Trust Fund Baby” foi descartada, mas sempre terá um grande espaço em nossos corações.

Sabe aqueles cantores que não lançam nada ruim? São eles! É notável o cuidado em cada detalhe das canções, das harmonias, composição… É um trabalho bem feito e que vale a pena ouvir. Prepare-se para amá-los ainda mais e ouvir as músicas no repeat. Ouça “8 Letters”:

Eles estão começando a se lançar nessa indústria agora, mas já é possível imaginar todo o sucesso que farão.  Com “8 Letters”, Why Don’t We mostra ser uma das boybands de maior relevância da atualidade. Eles não se prendem a um padrão imposto por anos aos grupos de meninos. Inovação é importante e foi exatamente isso o que eles fizeram em seu primeiro álbum, ouvir cada canção te traz sentimentos diverso. Nada como sentir o que é dito e se conecta com a música que está ouvindo, não é mesmo?

Esse trabalho está incrível e é só o começo de uma carreira de sucesso. O que você achou de “8 Letters”? Conta pra gente!

 

 

site responsável: Evelyn
24.08.2018

Você quer dançar muito? Então prepare-se! Sexta-feira é o dia ideal para se divertir, não é mesmo? É sempre bom se desprender de todos os problemas e medos e fugir um pouco da rotina ouvindo aquela música que faz você se desligar de tudo e só dançar. Faz bem para a saúde, te dará mais disposição, melhora o humor e  até mesmo a sua saúde mental também vai agradecer muito!

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O ritmo latino está conquistando cada vez mais o mundo e o público brasileiro já aderiu a esse ritmo como um de seus favoritos. Então, aproveite hoje para ter um tempinho só para você e essas músicas maravilhosas que escolhemos especialmente para você dançar ao som do reggaeton.

Confira a nossa playlist especial:

Bônus: E claro, um dos primeiros contatos com o reggaeton que grande parte de nós tivemos foi com os maravilhosos do RBD. Não poderíamos deixar esse musicão de fora.

site responsável: Evelyn
09.08.2018

A primeira edição do Rádio Disney Vivo foi um sucesso! Sua estreia contou com um lineup de peso e bem diversificado, com shows de Anitta, CNCO, Thiaguinho e Zé Felipe. Além de muita música boa, o festival também trouxe interatividade, fez vários sorteios e deu a alguns fãs a chance de estar perto de seu ídolo.

O Parada Pop esteve no festival da Rádio Disney e, além de realizarmos a cobertura em nossas redes sociais, fizemos uma resenha com os melhores momentos. Se você ainda não viu, pode conferir e relembrar os shows aqui. E para ter ainda mais momentos especiais das apresentações, temos várias fotos lindas de todos os artistas que se apresentaram!  Os registros fotográficos foram feitos por Evelyn Reis.

Relembre o show com a galeria especial que preparamos para você! Para conferir as imagens em maior resolução, é só clicar nelas.

Qual foi o seu momento preferido do festival? Não deixe de comentar!

 

site responsável: Evelyn
09.08.2018

No último sábado (4), Maite Perroni se apresentou na Áudio, em São Paulo, e trouxe ao público uma apresentação impecável. Deu um show de carisma e talento em uma noite repleta de amor, carinho, música e alegria.

O show contou com várias trocas de figurino, vários dançarinos e toda aquela animação que a gente já conhece. O amor de Maite pelos públicos e a energia positiva transmitida deixaram o show ainda mais especial e inesquecível. E claro, renderam fotos lindas!

Nós fizemos uma resenha sobre o show e você poderá relembrar os melhores momentos daquela noite linda aqui. A nossa equipe esteve no show realizando a cobertura e os registros fotográficos foram feitos por Evelyn Reis.

 Olha só que amor o nosso especial de fotos da apresentação de Maite! Para conferir as imagens em tamanho real, é só clicar nelas.

Qual foi o seu momento preferido do show? Não deixe de comentar!

site responsável: Evelyn
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