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25.09.2018

No último sábado (22),  nós estivemos presentes no evento de lançamento da Maejor Tour in Brasil 2018 e pudemos bater um papo com o cantor e sua convidada da turnê, a nova artista nacional Lóra.

Confira:

PP: Primeiramente bem-vindo de volta ao Brasil e obrigada por nos receber. Conta pra gente, como surgiu a ideia de fazer a turnê aqui? 

Maejor: Eu amo demais o Brasil, é meu lugar favorito. É muito bonito e eu queria vir mais aqui então decidimos fazer uma turnê

PP: Você tem várias parcerias com artistas internacionais (como Justin Bieber) e recentemente gravou algumas músicas com cantoras brasileiras. Como isso tudo começou, esse processo de trabalhar com artistas brasileiros?

Maejor: A primeira parceria que fiz foi Baile de Favela (remix), um tempo atrás. E então, o segundo foi Vai Malandra, com a Anitta. Quando vim para cá, filmamos o clipe no Rio e me diverti tanto que queria continuar trabalhando no Brasil, fazendo músicas divertidas e todos os tipos de músicas aqui.

PP: Você tem planos para depois da turnê? Ou vai curtir um pouco… 

Maejor: Eu vou para a praia

PP: Aqui no Brasil?

Maejor: Sim!

PP: Todo mundo que te segue vê que você faz vários tweets e posta várias legendas no Instragram em português. Você sabe falar português? Como aprendeu?

Nessa hora ele arriscou um “mais ou menos” em português e brincou “eu sou brasileiro”.

PP: O que o público pode esperar dessa turnê? 

Maejor: Eles podem esperar músicas que unem as pessoas. Música para mim é uma linguagem universal e é uma forma de todo mundo se conectar. Então é isso que podem esperar da turnê, músicas que aproximam a  todos.

PP: Qual seria sua parceria dos sonhos?

Maejor: a parceria dos sonhos seria Bob Marley

PP: Como foi o processo para escolher os artistas que participariam da turnê com você?

Maejor: Eu trabalho com Dani, ele é de Londres e tem alguns ótimos artistas que decidimos trazer para essa turnê. Grandes artistas, grandes talentos e nós queriamos trazer o máximo de positividade possível.

PP: Certo, para terminarmos, temos mais duas perguntas. O funk no Brasil é muito popular mas ao mesmo tempo ainda tem uma má reputação, principalmente por causa da letra. Ultimamente está ganhando mais visibilidade no exterior, acredito que por conta dessa onda de parcerias que começou – sua música com a Anitta “Vai Malandra” é prova disso. Como foi seu primeiro contato com o funk e o que fez você decidir entrar nesse novo ritmo?

Maejor: Meu primeiro contato com o funk acho que foi quando ouvi Baile de Favela e gostei da energia, me lembrou o hip- hop nos Estados Unidos, onde quando começou, algumas pessoas não gostavam por causa da letra mas eu me identifico com a energia, a vibe e a diversão. Eu vejo pessoas se divertindo com a música e dançando e amo isso. Eu queria tentar ajudar a colocar mais positividade nisso também e foi por isso que foi algo natural pra mim

PP: Você acha que podemos comparar o funk brasileiro com o RAP americano?

Maejor: Sim, são bem similares. Ambos são músicas que vem das ruas, mas está se tornando mainstream agora e todo mundo está começando a gostar porque é da hora, é descolado. As pessoas dizem que odeiam e que não é uma coisa boa mas aí toca e acabam curtindo.

PP: Então é isso, obrigada novamente por nos receber!

Maejor respondeu novamente em português: Obrigado! Eu amo o Brasil.

 

Logo depois foi a vez de Lóra, a cantora brasileira que acaba de lançar sua carreira com o single “Chama”, em parceria com o Maejor, e vai participar da turnê aqui no Brasil.

 

PP: Lóra, conta pra gente, como surgiu a parceria com o Maejor?

Lóra: Então, foi meu lançamento ontem na Fazenda. Minha primeira vez cantando em rede nacional e meu single. Eu conheci o Allison que é meu manager atualmente, e ele já tem esse contato, ele que tá trazendo o Maejor – trouxe ele anteriormente também – e aí tô fazendo essa turnê com o Maejor por causa dele, que fez esse contato, e gravamos esse single que cantamos ontem na Fazend. Por enquanto é só uma prévia, mas agora que a gente vai produzir e lançar no Brasil.

PP: Vocês vão gravar um clipe?

Lóra: Vamos gravar sim, vai ficar lindão, vai ficar irado.

PP: O Maejor já fez grandes parcerias – como Justin Bieber e Anitta – que renderam muito sucesso. Rola uma pressão para atingir os mesmos resultados?

Lóra: Então, rola muita pressão né. Ontem principalmente porque entrei em rede nacional, nunca tinha feito um show na minha vida, foi algo bem espontâneo, bem natural. É muita pressão estar do lado dele, o cara já é reconhecido, já conhece muita gente. Mas pra mim foi algo espontâneo na hora e deu muito certo.

PP: Para a galera que ainda não te conhece,  conte um pouco mais sobre quem é Lóra. Quais são as suas influências?

Lóra: Então, tento trazer muito essa referência gringa da Nicki Minaj e Cardi B, que tem muito esse empoderamento feminino. As minas no rolê falando, por exemplo, da forma que os rappers americanos falam, mas na visão das mulheres. Então acho isso bem legal, fazer essa diferença.

PP: O que no Brasil não tem tanto…

Lóra: Sim, ainda não tem uma figura assim, com a pegada desse som mais gringo audivelmente, mais trap. Uma mina do trap representativa. E é isso, quero trazer isso pro Brasil e falar da noite, falar de diversão, sem preocupação e sem estresse. Sobre a hora que a galera tá relaxada, sem problemas. Todo mundo junto celebrando e curtindo um som.

PP: Como foi receber a notícia de que sairia em turnê com um artista internacional?

Lóra: Cara, eu tava lá na Grécia e fiz um pedido para Deus. Pedi para uma pessoa entrar na minha vida e essa pessoa é ele (Alisson) e tudo aconteceu. Fiquei muito receosa porque a gente ficou muito tempo conversando só por mensagem, ele em Los Angeles e eu aqui. E aí, a gente se reencontrou e na primeira semana tudo aconteceu. Foi uma coisa que pra mim foi “uou, meu Deus do céu, tá acontecendo”.

PP: O que te fez entrar nessa Indústria? Foi algo que sempre quis?

Lóra: Sou de Brasília. Sempre escrevi e sempre cantei, desde pequena. Estou quase  me formando em Direito, que não tem nada a ver, mas na minha casa todo mundo é voltado pra essa área e tudo mais. Acabei entrando nesse rumo achando que meu sonho fosse impossível. Fui pro Rio, comecei a fazer vários contatos e a galera acreditou em mim e hoje em dia eu tô aí, com essa galera que acredita no meu sonho e tá investindo nisso. Mas foi uma batalha pra chegar até aqui, só Deus sabe…

PP: Qual o seu sonho de parceria?

Lóra: Quero muito ir pra gringa, trabalhar com uns produtores muito foda e fazer um som muito foda. Mas acho que meu maior sonho é um dia subir num palco e todo mundo estar cantando a minha letra, tipo decorado sabe? Isso deve ser a coisa mais gratificante.

PP: Então você pretende seguir os mesmo passos da Anitta e focar no mercado internacional?

Lóra: Sim, com certeza. Acho que já tô começando por aí, começando com essa galera. A pegada gringa já tá entrando no meu repertório de primeira, tanto que meu primeiro single é uma parceria com um gringo. É muito foda pra mim isso.

PP: Tem algum álbum ou projeto vindo por aí que você possa adiantar pra gente?

Lóra: O EP já tá pronto pra ser lançando, mas a gente vai lançar primeiro o single. Vai sair daqui um tempinho, mas as coisas acabaram acontecendo antes, tipo os shows, A Fazenda, então vai ter um tempinho aí pra gente lançar o single, acho que uma ou duas semanas no máximo. Um pouco depois será a vez do EP. Vai ser um EP de 5 músicas. Vai ter várias participações também, uma delas é o Rodriguinho, dos Travessos, e ainda estamos vendo mais algumas participações que vamos fazer, enfim, tá bem legal.

 

As datas e cidades da turnê ainda não foram divulgadas, mas vocês podem acompanhar no site da tour.

 

site responsável: Evelyn

Que tal matar a saudade do CNCO com um vídeo iné´dito deles no Brasil?  No início de agosto, o grupo esteve no Brasil para realizar o seu primeiro show aqui. Os garotos participaram da primeira edição brasileira do Festival Rádio Disney Vivo, e além disso,  realizou um Pocket Show exclusivo na MTV Brasil.

Nós estivemos no show e você pode relembrar conferindo os melhores momentos do festival e fotos lindas dos meninos.

Nós entrevistamos o CNCO fizemos dois desafios superengraçados com eles! Também conversamos um pouquinho sobre como foi se apresentar em solo brasileiro pela primeira vez e se eles pretendem voltar ao Brasil. Você pode conferir a primeira parte da entrevista, e muitos novos memes, aqui. 

E, especialmente para os CNCOwners, tem mais conteúdo legal com os meninos! Desta vez, fizemos um “quem é mais?” com eles. Então prepare-se para descobrir quem é o mais dramático, preguiçoso, sensível… E claro, dar muita risada com eles! Confira:

Gostou? Compartilhe com os amigos!

site responsável: Evelyn
07.09.2018

Nesta sexta-feira (7), o duo de produtores Seakret lançou a música “Perdendo a Mão”, um funk que é uma parceria com Anitta e Jojo Maronttini. O videoclipe mostra uma festa super animada na antiga casa de Anitta e foi filmado em fitas VHS, trazendo um ar bem retrô.

O resultado dessa parceria ficou incrível e na última quinta-feira (6), nós conversamos com o Dash, da Seakret, e falamos um pouco sobre a carreira do duo e toda a produção de “Perdendo a Mão”. Confira a entrevista:

Vocês trabalham juntos há anos, desde o Cine. Então, gostaríamos de saber como surgiu a ideia de montarem esse projeto juntos.

Foi bem natural, na verdade. Começamos a fazer músicas no intervalo das produções mesmo. Músicas que a gente estava curtindo, mas não sabíamos pra quem era. E aí o Cine já tinha parado, já tínhamos dado uma pausa e sempre gostamos de fazer shows, de performar, aí foi bem natural. O Danilo já tinha o nome Seakret, de um projeto que não foi pra frente. Aí a gente pensou em usarmos o nome porquê a gente gosta. E faz uns 3 anos isso, começamos a procurar identidade do projeto, mas foi só no final do ano passado que a gente começou a levar a sério mesmo.

Nesse tempo de duo, vocês já lançaram varias parcerias bem legais e de diferentes estilos musicais que se complementam, e é exatamente essa mistura de estilos que está acontecendo no Brasil atualmente. O que vocês acham desse crescimento e o quão importante ele é para o cenário musical brasileiro?

 Acho que não é só no Brasil, é uma tendencia mundial. Cada vez mais a música está globalizada, você pode ver o boom que o reggaeton, que a música em espanhol teve, que por muito tempo teve uma barreira pra entrar no brasil. E você vê vários artistas do Brasil bombando lá fora, a Anitta é um exemplo, ou MC Fioti com “Bum Bum Tam Tam” estourado lá fora.  Então essa tendencia de misturar os sons e fazer coisa novas usando também as coisas do Brasil é uma parada mundial. Acho muito bom porque os olhos do mundo estão voltados ao Brasil agora. A Anitta está abrindo essa porta, o funk está fazendo isso, muita galera lá de fora está usando o funk brasileiro como uma coisa nova pra eles, então acho bom para todo mundo.

Na opinião de vocês, o que mais mudou no cenário desde a época do começo Cine?

Cara, acho que o poo cresceu muito. O pop como um todo, seja no funk, no rap, no pop essencialmente, seja no eletrônico, existia um certo preconceito com o pop em português e eletrônico em português.  Acho que a galera está aceitando mais tanto a nossa língua quanto os nossos elementos. Você vê vários sons aí,  artistas como a Pabllo ou o Jão, que usam elementos reginais pra fazer um pop. Isso é uma coisa que, ,antigamente você ia colocar um ritmo nordestino como arrocha e tecnobrega  no pop,  a gelera não assimilava, e acho que hoje em dia o brasileiro consegue olhar mais para o próprio país e usar os elementos que a gente tem aqui.  Nossa cultura musical é muito rica e usada de diversas formas.

Conte-nos um pouco sobre “Perdendo a Mão”, quais foram as maiores referências e inspirações para compor a faixa?

A musica saiu muito natural, saiu de uma ideia que eu fiz de um pianinho com uma melodia de voz. Quando a anita ouviu ela curtiu, ela escreveu a letra né. E foi meio que natural, uma ideia que saiu de algo que estava mais pro hip hop e decidimos levar juntos pro funk porque a melodia estava bem semelhante a um funk mais pop e acho que não teve uma influencia certa pra musica, foi algo que naturalmente saiu.

Então, a princípio vocês não tinham em mente trabalhar com Anitta e Jojo na faixa?

Na hora que começou não, mas no dia seguinte, quando terminamos a música, pensamos que estava a cara da Anitta e mostramos pra ela. E ainda bem que a gente acertou, ela pirou, fez a letra na hora. Ela que fez todo o corre de produção do clipe, as ideias foram dela. Deu tudo muito certo e foi tudo muito rápido.

Como foi trabalhar com elas nessa faixa?

Foi demais! A Anitta é muito pratica, sabe bem o que ela quer. Então, quinta-feira mostramos a musica pra ela, ela já fez a letra, segunda estávamos produzindo e gravando e terça fizemos o clipe. Tanto ela, quanto a Jojo são sensacionais.  Deu tudo muito certo, quando as coisas são pra acontecer e se encaixam mesmo, foi isso que rolou.

O clipe traz uma pegada mais nostálgica com filmagens em câmera VHS, trazendo essa ideia de algo mais retro. A música também tem esse ar de funk anos 2000?

Tem, ela tem alguns elementos do funk mais raiz, mas também tem do funk mais moderno, e uma coisinha ou outra de hip hop. Mas é uma produção bem despretensiosa, acho que é a produção com menos canais de tracks que já fiz na minha vida. Porque a gente quis deixar a parada simples, a gente quis fazer um negocio diferente porque nem sempre fazer o negocio simples é o mais fácil, alias quase sempre é o mas difícil. E transparecer isso no vídeo também.

Tem alguma curiosidade sobre a gravação da música ou clipe que você possa contar?

O clipe é uma festa, uma simulação de festa, mas na real foi uma festa de verdade mesmo. A gente chegou lá e os amigos dela já abraçaram a gente, estavam fazendo churrasco, já começamos a tomar uma breja enquanto elas gravavam, ela a Jojo, na casa que ela morava. A gente já ficou lá, ela teve a ideia da parada e tal, só que não tinha meio que um roteiro em mente, então como a ideia foi toda dela a gente só foi. A gente tava te no meio do churras, ela ainda não tinha chego e mandamos mensagem pra ela perguntando o que tínhamos que fazer e ela disse “nem eu, só vamos”, aí a gente escolheu uma amiga dela que foi a principal e um amigo dela, que foi tipo na hora. E foi uma festa mesmo, a gente se divertiu demais. E até no clipe mesmo dá pra ver que não foi uma simulação, tem muita cena que dá pra ver que a gente estava se divertindo mesmo

Até agora, qual foi o maior desafio em toda a trajetória de vocês?

Acho que ainda existe um desafio da galera entender o que é o Seakret. Porque é uma parada que é meio recente no Brasil, você ter produtores fazendo um som que mistura o funk, pop, eletrônico, reggae e não são eles que estão catando.

A gente tem o Tropkillaz que faz até um som mais pesado que o nosso, mas é a mesma linha.  A gente tem poucos projetos que são bem assimilados no brasil, vira e mexe a gente tem que explicar que a musca não é só da pessoa que está cantando,  é do projeto também. É uma coisa que la fora tem muito né, tem o Major Lazer que já foi o número um no mundo, mas acho que é algo não muito difundido aqui. Mas a gente já sabia que isso ia acontecer, que é um projeto que tem que ser paciente e estamos muito felizes com tudo o que está rolando.

Quais são os próximos passos da carreira de vocês como duo?

Sinceramente, a gente não sabe o que vai acontecer depois de amanhã, mas a gente já tem muita música pronta. A gente ta terminando algumas também. Inclusive uma parceria com Tropkillaz, Lucas Carlos, tem parceria com Jão, FTampa, uma galera da gringa. Tem muita música aí, a gente não para de fazer música. Tem música que a gente gosta, tem música que não… aí a gente tenta outra. Então o que a gente vai fazer é continuar lançando e fazendo o nosso som, e tendo essa paciência aí de cada vez mais a galera entender o Seakret e que a gente veio pra ficar.

E agora, para finalizar, qual dica vocês dariam para quem quer seguir carreira musical?

Você tem que ser paciente e acreditar em você mesmo, parece clichê mas é a real. Feedback é muito importante, mas as vezes você  tem certeza que ta fazendo um trabalho bom, mas ouve que não, você tem que acreditar no seu taco. Se você fazendo um trabalho bem feito, que sabe que é bom é só você ter paciência que uma hora vai rolar. Eu sou a prova viva disso.

Incrível, né? O duo está fazendo muitos trabalhos legais e vale a pena ficar de olho nos próximos lançamentos do projeto. Enquanto isso, ouça e dance muito ao som de “Perdendo a Mão”:

site responsável: Evelyn

Prepare-se para renovar o seu estoque de memes do CNCO! A boyband latina composta por Christopher, Erick, Joel, Richad e Zabdiel está conquistando cada vez mais o público brasileiro com todo o seu talento, carisma e seu reggaeton envolvente.

No início de agosto, o grupo esteve no Brasil para realizar o seu primeiro show aqui. Os garotos participaram da primeira edição brasileira do Festival Rádio Disney Vivo, e foi um sucesso. Nós estivemos no show e você pode relembrar conferindo os melhores momentos do festival e fotos lindas dos meninos.

Nós entrevistamos o CNCO e conversamos um pouquinho sobre como foi se apresentar em solo brasileiro pela primeira vez e se eles pretendem voltar ao Brasil. E como o nosso país arrasa nos memes, os desafiamos a criar memes superdivertidos especialmente para os CNCOwners. O resultado você confere a seguir.

Além de super talentosos, os rapazes são muito engraçados e toparam fazer uma pequena brincadeirinha conosco e quer saber de uma coisa? Eles são os reis dos MEMES! Confira:

Qual foi a sua parte preferida da entrevista? Não deixe de comentar! Se você gostou de ver os meninos criando memes, fique ligado em nossas redes sociais. Em breve nós publicaremos a segunda parte da nossa entrevista com eles, com outro game.

Fique ligado em nosso canal no youtube, porque teremos novas entrevistas com a CNCO e outras bandas em breve.

site responsável: Alinne Torre
06.08.2018

Recentemente entrevistamos a DJ Cady, também cantora e compositora que lançou seu single “Nothing Wrong” pela Universal Music. Com 15 anos de experiência na música eletrônica, que inclui uma turnê de seis meses pela Índia ela bateu um papo com o Parada Pop sobre seu single, estilos e referências musicais:

Ao falar sobre a composição da música, Cady já destaca a mensagem que gostaria de passar com a letra “O mais importante pra mim era representar a verdade do que eu estava vivendo naquele momento”, de forma com que contribuísse para que outras pessoas que tivessem passando por algum momento difícil, que quando achamos que está dando tudo errado, na verdade somos nós que colocamos essa barreira, criamos esse problema, mas que na verdade a vida é linda e não tem nada de errado “Por mais que tudo aqui fora faça com que a gente olhe só o que tem de errado, no fundo não tem nada de errado, a gente está totalmente certo sendo do jeito que a gente é”, ela diz que quando começamos a dizer que está errado, tudo começa a ser errado, mas se parássemos para trazer a positividade do problema, as coisas começam a mudar e melhorar. Sua intenção com a música era passar essa mensagem negativa, de uma forma alegre, transformado em positividade. O que justifica a melodia ser bem alto astral, segundo Cady.

Cady diz que ao seu ver o público recebeu a mensagem e a música de uma forma totalmente positiva, que a galera está dizendo que a música é chiclete “E eu fico feliz em ver que eu posso fazer com que uma mensagem bacana possa grudar na cabeça das pessoas, aquela pessoa poderia estar pensando um monte de bobagem e de repente a pessoa fica repetindo uma música que está passando uma mensagem boa na cabeça dela”

Como uma boa parceria brasileira, Cady diz que gostaria muito de trabalhar com Carlinhos Brown, “A gente é de Salvador, a gente tem uma percepção muito parecida, da mágica que a música é”. Já internacionalmente ela cita Calvin Harris, dizendo que ele é um conhecedor de diversos estilos musicais, de diversas épocas, a Dj admira artistas que possuem essa liberdade musical em varias entre diversos estilos em suas canções “O artista sentir ó vou fazer uma música com uma pegada meio funk e isso não vai definir o que eu sou, é o que estou sentindo que tenho que fazer nessa criação aqui” ela gostaria de trabalhar com ele por ter essa liberdade, não ter receio de criar e ter ousadia.

Cady não cantava em suas, Nothing Wrong foi o momento de ruptura dessa vergonha que ela tinha, “Foi um trabalho mental comigo mesma, fui buscar entender porque eu tinha vergonha, eu vim com dom de escrever, criar coisas que pode ser a trilha sonora da vida das pessoas, se sinta melhor, mais viva, mais feliz, porque estou guardando tudo só pra mim? Comecei a deixar de ser egoista” Então ela passou pelo processo para deixar a vergonha de lado e ter mais segurança ao gravar, subir no palco e se sentir em seu lugar, como aulas de canto, etc. Ela manda uma mensagem muito legal que nós arrumamos desculpas para não fazer algo, quando paramos de arrumar justificativa, só sobra possibilidade.

Perguntamos como a DJ enxerga o espaço que a música eletrônica está ganhando no meio de outros estilos, “Quando eu comecei, a 15 anos atrás, todo mundo julgava que era música de drogado, hoje em dia não tem mais isso, estamos em um momento onde tem espaço para a música eletrônica”, ela fica feliz que as pessoas pararam de julgar e apenas sentem a música para se divertir, ela cita o que o DJ Alok conseguiu construir nesse meio, trazer a música eletrônica pra rádio, “antigamente tinham programas de rádio que só tocava música eletrônica, hoje em dia não tem isso, mistura sertanejo com eletrônica, as pessoas estão com a cabeça mais aberta para criar coisas diferentes”.

Como esse ramo da música eletrônica era de maioria composto por homens, a dica de Cady para as mulheres que querem entrar no universo da música como DJ, o momento é agora, pois o público está bem mais disposto a escutar “As mulheres ganharam um espaço que anteriormente era só masculino, tá mais fácil, é só ver se vai te fazer feliz e buscar o seu jeito de criar isso”, não separar mais mulher e homem, pois todos tem potencial.

Ainda promete muitas coisas novas para o público, em breve ela vai lançar um remix de uma música antiga que ela ama, onde ela canta e remixou e logo em seguida vai lançar projetos autorais, podemos ter um EP, mas Cady diz que tem muitas musicas prontas por aí e está louca para entregar pra vocês.

De bônus ela indicou sua playlist “VIBEZ” no Spotify com suas músicas do momento, ela destacou “Rise” do Jonas Blue, “Better Not” Louis The Child ft Wafia, “One Kiss” Calvin Harris e diz que ama Dua Lipa. Também curte musicas antigas, Rolling Stones, Nirvana e Beatles.

Ouça Nothing Wrong

site responsável: Larissa Ricucci
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