Parada POP » Entrevistas
Untitled Document

Arquivo da categoria 'Entrevistas'



Prepare-se para renovar o seu estoque de memes do CNCO! A boyband latina composta por Christopher, Erick, Joel, Richad e Zabdiel está conquistando cada vez mais o público brasileiro com todo o seu talento, carisma e seu reggaeton envolvente.

No início de agosto, o grupo esteve no Brasil para realizar o seu primeiro show aqui. Os garotos participaram da primeira edição brasileira do Festival Rádio Disney Vivo, e foi um sucesso. Nós estivemos no show e você pode relembrar conferindo os melhores momentos do festival e fotos lindas dos meninos.

Nós entrevistamos o CNCO e conversamos um pouquinho sobre como foi se apresentar em solo brasileiro pela primeira vez e se eles pretendem voltar ao Brasil. E como o nosso país arrasa nos memes, os desafiamos a criar memes superdivertidos especialmente para os CNCOwners. O resultado você confere a seguir.

Além de super talentosos, os rapazes são muito engraçados e toparam fazer uma pequena brincadeirinha conosco e quer saber de uma coisa? Eles são os reis dos MEMES! Confira:

Qual foi a sua parte preferida da entrevista? Não deixe de comentar! Se você gostou de ver os meninos criando memes, fique ligado em nossas redes sociais. Em breve nós publicaremos a segunda parte da nossa entrevista com eles, com outro game.

Fique ligado em nosso canal no youtube, porque teremos novas entrevistas com a CNCO e outras bandas em breve.

site responsável: Alinne Torre
06.08.2018

Recentemente entrevistamos a DJ Cady, também cantora e compositora que lançou seu single “Nothing Wrong” pela Universal Music. Com 15 anos de experiência na música eletrônica, que inclui uma turnê de seis meses pela Índia ela bateu um papo com o Parada Pop sobre seu single, estilos e referências musicais:

Ao falar sobre a composição da música, Cady já destaca a mensagem que gostaria de passar com a letra “O mais importante pra mim era representar a verdade do que eu estava vivendo naquele momento”, de forma com que contribuísse para que outras pessoas que tivessem passando por algum momento difícil, que quando achamos que está dando tudo errado, na verdade somos nós que colocamos essa barreira, criamos esse problema, mas que na verdade a vida é linda e não tem nada de errado “Por mais que tudo aqui fora faça com que a gente olhe só o que tem de errado, no fundo não tem nada de errado, a gente está totalmente certo sendo do jeito que a gente é”, ela diz que quando começamos a dizer que está errado, tudo começa a ser errado, mas se parássemos para trazer a positividade do problema, as coisas começam a mudar e melhorar. Sua intenção com a música era passar essa mensagem negativa, de uma forma alegre, transformado em positividade. O que justifica a melodia ser bem alto astral, segundo Cady.

Cady diz que ao seu ver o público recebeu a mensagem e a música de uma forma totalmente positiva, que a galera está dizendo que a música é chiclete “E eu fico feliz em ver que eu posso fazer com que uma mensagem bacana possa grudar na cabeça das pessoas, aquela pessoa poderia estar pensando um monte de bobagem e de repente a pessoa fica repetindo uma música que está passando uma mensagem boa na cabeça dela”

Como uma boa parceria brasileira, Cady diz que gostaria muito de trabalhar com Carlinhos Brown, “A gente é de Salvador, a gente tem uma percepção muito parecida, da mágica que a música é”. Já internacionalmente ela cita Calvin Harris, dizendo que ele é um conhecedor de diversos estilos musicais, de diversas épocas, a Dj admira artistas que possuem essa liberdade musical em varias entre diversos estilos em suas canções “O artista sentir ó vou fazer uma música com uma pegada meio funk e isso não vai definir o que eu sou, é o que estou sentindo que tenho que fazer nessa criação aqui” ela gostaria de trabalhar com ele por ter essa liberdade, não ter receio de criar e ter ousadia.

Cady não cantava em suas, Nothing Wrong foi o momento de ruptura dessa vergonha que ela tinha, “Foi um trabalho mental comigo mesma, fui buscar entender porque eu tinha vergonha, eu vim com dom de escrever, criar coisas que pode ser a trilha sonora da vida das pessoas, se sinta melhor, mais viva, mais feliz, porque estou guardando tudo só pra mim? Comecei a deixar de ser egoista” Então ela passou pelo processo para deixar a vergonha de lado e ter mais segurança ao gravar, subir no palco e se sentir em seu lugar, como aulas de canto, etc. Ela manda uma mensagem muito legal que nós arrumamos desculpas para não fazer algo, quando paramos de arrumar justificativa, só sobra possibilidade.

Perguntamos como a DJ enxerga o espaço que a música eletrônica está ganhando no meio de outros estilos, “Quando eu comecei, a 15 anos atrás, todo mundo julgava que era música de drogado, hoje em dia não tem mais isso, estamos em um momento onde tem espaço para a música eletrônica”, ela fica feliz que as pessoas pararam de julgar e apenas sentem a música para se divertir, ela cita o que o DJ Alok conseguiu construir nesse meio, trazer a música eletrônica pra rádio, “antigamente tinham programas de rádio que só tocava música eletrônica, hoje em dia não tem isso, mistura sertanejo com eletrônica, as pessoas estão com a cabeça mais aberta para criar coisas diferentes”.

Como esse ramo da música eletrônica era de maioria composto por homens, a dica de Cady para as mulheres que querem entrar no universo da música como DJ, o momento é agora, pois o público está bem mais disposto a escutar “As mulheres ganharam um espaço que anteriormente era só masculino, tá mais fácil, é só ver se vai te fazer feliz e buscar o seu jeito de criar isso”, não separar mais mulher e homem, pois todos tem potencial.

Ainda promete muitas coisas novas para o público, em breve ela vai lançar um remix de uma música antiga que ela ama, onde ela canta e remixou e logo em seguida vai lançar projetos autorais, podemos ter um EP, mas Cady diz que tem muitas musicas prontas por aí e está louca para entregar pra vocês.

De bônus ela indicou sua playlist “VIBEZ” no Spotify com suas músicas do momento, ela destacou “Rise” do Jonas Blue, “Better Not” Louis The Child ft Wafia, “One Kiss” Calvin Harris e diz que ama Dua Lipa. Também curte musicas antigas, Rolling Stones, Nirvana e Beatles.

Ouça Nothing Wrong

site responsável: Larissa Ricucci
08.07.2018

Entrevistamos a banda paulista de reggae que está conquistando os corações adolescentes. A Big Up se apresentou no Teen Festival, que segundo eles foi o show mais difícil da carreira e agora eles estão no line up do Festival Z, ao lado da estrela, Camila Cabello.

Olha só o nosso bate papo que rolou durante um dos ensaios da banda:

site responsável: Alinne Torre
02.07.2018

O cenário musical no Brasil está com cada vez mais artistas jovens e supertalentosos! Esse é o caso de Petra e Gaab, que recentemente lançaram o single “Meter o Louco”. A música tem uma pegada de R&B, e o videoclipe contou com a direção e roteiro de Rodriguinho, o ex integrante do grupo Os Travessos, que é pai de Gaab.

Nós, do Parada Pop, conversamos com os cantores para saber tudo sobre essa parceria incrível. Confira:

Conte-nos um pouco sobre o atual single de vocês, “Meter o Louco”. Como foi o processo de composição e como surgiu a ideia de parceria?

Gaab: A parceria surgiu através do meu pai,  que é empresário da Petra, o Rodriguinho, ex Travessos. Ele está está fazendo um trabalho com Petra e pelo fato de eu ser filho dele e ela curtir esse tipo de som,  surgiu a parceria. A ideia da música surgiu do meu pai, essa música estava guardada há um tempo e nós gostamos muito dela.  Fabinho Rodrigues e Oscar Tintela, foram três compositores e eles são do pagode. Nós escrevemos sobre uma história minha. Eu esteva com uma menina e ela ficou com um amigo meu e a namorada dele veio até mim falar para darmos o troco.

O roteiro e direção do clipe foram feitas pelo Rodriguinho. Como foi trabalhar com ele?

Petra: Eu adoro o Rodriguinho, admiro muito ele o Gaab. Confio muito em tudo o que o Rodriguinho fala para mim! Foi o maior prazer tê-lo dirigindo o o clipe e fazendo o roteiro. Foi muito legal trabalhar com ele.

Gaab: É legal, com toda a responsabilidade de pai dele, ele é muto divertido, extrovertido e jovem. O problema de trabalhar co pai,  às vezes, é aquilo de o filho ter que ouvir o que o pai fala, mas meu pai separa bem as coisas. Mas é bem legal, meu pai é muto engraçado.

A música tem fortes elementos do R&B e traz uma sonoridade bem legal. E essa influência tem surgido cada vez mais em músicas nacionais. O que vocês acham desse crescimento desse gênero no Brasil?

Gaab: Acho muito legal, a galera que ta chegando agora e fazer esse som. Acho que era só o que faltava, porquê todo mundo gosta de musica, todo mundo gosta de todos os estilos e só falta gente que faça. E acho q essa galera jovem, com toda essa musica americana e mercado mundial que está rolando, essa musica ficou mais presente em nossas vidas e aqui no brasil a galera  está aceitando mais e botando pra frente. Acho até que é uma tradição americana q estamos fazendo, do nosso jeito. Mas gosto muito.

Quais são as maiores inspirações musicais de vocês?

Petra: Sou muito musical, gosto de ouvir muita coisa. Ouço muito Stevi Wonder, Jazon Mraz, Cartola, Rihanna, ouço muitos artistas brasileiros. Gosto de muita coisa e muitos estilos musicais. Na minha adolescência ouvia muito MPB com os meus pais. Musicalmente gosto muito deles, mas não é o meu estilo de cantar.

Gaab: É uma pergunta bem complexa, venho reparando que o ser humano é mais influenciável do que a gente pensa, a gente não tem muita escolha do que somos. A gente é o que a gente vê, o que a gente ouve. A minha referência é de tudo o que ouço e isso é muita coisa. Às vezes  a gente pega referência sem nem querer pegar. As vezes você ouve uma música de alguém que você nunca ouviu na vida e você grava aquilo, uma melodia, uma frase. Eu morei um tempo nos EUA, tenho um pouco dessa cultura americana, mas também tenho muito da cultura do Brasil. Acompanhava o meu pai em seus shows desde os meus 8 anos de idade. Então, ouço muita coisa e pontuar alguns artistas seria até injusto, já que iria limitar as referências que tenho em minha vida.

O cenário musical brasileiro está com cada vez mais artistas supertalentosos e de diversos gêneros. Com quais artistas nacionais vocês tem vontade de fazer uma parceria?

Gaab: Anitta e Marília Mendonça, gosto muito.

Petra: Anitta também.

Quais são os próximos passos da carreira de vocês?

Gaab: Eu estou terminando a minha última turnê, “Melhor Viagem” e dia 27 de julho irei lançar o meu novo álbum e nova turnê, o “U”. Dia 13 de julho vamos lançar o primeiro single, o “Brisa Demais”, e estará em todas as rádios. Terá muita coisa legal para vocês.

Petra: Eu estou começando agora e daqui a pouco iremos fazer mais músicas, entrar em estúdio de novo, já estamos com outros projetos. Por enquanto nada certo, porquê acabamos de lançar música. Mas nesse ano, no próximo semestre, virá muita coisa legal.

Confira o videoclipe da parceria:

site responsável: Evelyn
22.06.2018

A convite da MTV Brasil, em parceria com a Sony Music, o Portal Parada Pop foi entrevistar o DJ Ftampa. Durante os 20 minutos de entrevista, o DJ nos contou mais à fundo sobre a criação de seu novo single “Who We Are” – lançado oficialmente nesta quinta-feira (21) – além disso, falou um pouco sobre seus próximos lançamentos, parcerias e muito mais que vocês poderão conferir na entrevista abaixo:

* Conte-nos um pouco sobre a criação do single de “Who We Are”. Como foi o processo de criação? E o que levou-o a escolher essa música como single?

“Foi bom que você tocou nesse assunto, pois, na verdade essa música não foi a primeira escolha pra single. Já tínhamos decido que seria outra, mas então começou o processo de composição dessa – eu a escrevia em 30 minutos.”

* Sobre essa música que à princípio seria o single, você pretende lançá-la futuramente?

“Eu tenho várias músicas ainda a serem lançadas e sim, apesar da mudança pretendo lançar no futuro esse single.”

* O clipe é emocionante! Como surgiu a ideia do roteiro? Tem alguma curiosidade sobre o período de gravação?

“A ideia do roteiro na verdade foi surgindo conforme eu escrevia a letra, durante a composição eu já imaginava como seria o clipe. Na época eu tinha pensado em gravar no Brasil, e ao mostrar a ideia para o meu produtor, ele sugeriu que gravássemos em Los Angeles, eu gostei da ideia então foi decidido. Sim, uma curiosidade que ninguém sabe é que o clipe é sobre a minha mãe, e as gravações foram feitas no dia das mães, e ninguém tinha planejado isso, foi uma coincidência bizarra.”

* Ainda sobre “Who We Are”, você havia dito que ela era sobre sua mãe. Você já escreveu-a pensando em sua mãe ou acabou que a música se encaixou depois?

“Não, ela já foi escrita pensando em minha mãe, nas lembranças que eu tinha com ela. Justamente por isso que eu quis fazer um clipe, essa é diferente de todas as outras, tem muito sentimento colocado nela.

* O cenário da música eletrônica está em um ótimo momento agora. Quais mudanças você percebeu na indústria desde o começo da sua carreira?

“A principal mudança que eu notei foi a valorização dos DJs brasileiros que cresceu. Na nossa época, a gente ia tocar na rave de chinelo, acabava o show e a gente passava no meio do povo e todo mundo ficava conversando e ninguém tirava foto. Hoje, os Djs são como um popstar, é muito bom ver isso, é um trabalho que todo mundo lutou muito pra ver acontecer.”

* Todo mundo tem alguém a quem se inspira ou uma influência. Quais você diria que são as suas maiores influências?

“As músicas mais eletrônicas que eu componho, eu me inspiro muito no Skrillex. Agora, as músicas mais pops, como, “Who We Are”, eu me inspiro muito no Red Hot Chilli Peppers, pois é uma banda que eu escutava muito na minha adolescência quando eu comecei a aprender a tocar guitarra, e toda vez que eu toco guitarra eu tenho uma pegada bem Red Hot.”

* Você diria que algum desses dois são quem você gostaria de fazer uma parceria? Ou tem algum outro artista?

“Eu gostaria muito de fazer com o Adam Levine, do Maroon 5, admiro muito o trabalho dele, ele como músico. Eu sou uma pessoa muito difícil de gostar, eu gosto de coisas muito únicas, e a voz dele é assim. Com certeza quero fazer um trabalho com ele algum dia.”

* Focando um pouco no Brasil. Você tem interesse em fazer uma parceria com algum artista nacional?

“Isso é uma exclusiva, na verdade. Eu fiz uma música em português, com dois artistas nacionais, mas não posso revelar os nomes ainda. Eu não consigo pensar em nenhum nome agora, mas se eu ouvir a música de alguém ou achar que tem a ver, eu não tenho problema nenhum, independentemente do estilo, música é música. Eu faria com qualquer artista, desde que as nossas ideias batessem.”

* Você pretende lançar mais músicas em português ou o seu foco é mais no inglês?

“O meu foco é mais no internacional. Eu quero lançar uma música em português porque eu acho uma letra muito bonita e vai ser um presente pros fãs. É bem legal você mostrar um outro lado, uma música no seu estilo e na sua língua, apesar da visibilidade ser menor por ser focada apenas no Brasil, é um presente aos fãs. Nunca se sabe, eu posso lançar outras, mas ainda não tenho muita ideia, o meu foco é mesmo no internacional.”

*Você já fez o remix de uma música da Britney Spears, a convite da própria cantora. Como foi pra você receber esse convite?

“Isso é muito louco. Há alguns anos atrás eu tava ouvindo uma música da Britney na rádio e nunca ia imaginar que ia chegar o momento de fazer uma música com ela. Eu fiz remixes para outros artistas grandes além dela. Amanhã, inclusive, vai lançar um que eu fiz pra PINK, fiz um pra Christina Aguilera que vai ser lançado daqui algum tempo, pro MAGIC!… São artistas que você pensa que são intocáveis, que você nunca vai chegar neles, mas acaba que você percebe como eles são pessoas iguais a você, músicos que estão sempre em busca de coisas novas, talentos novos. Foi bem legal, porque você os enxerga como humanos, mais próximos à você.”

*Você foi o primeiro DJ brasileiro a tocar no palco principal da Tomorrowland. Como foi pra você receber esse convite e saber que cresceu tanto?

“A Tomorrowland é o principal festival da minha vida, foi o festival que fez eu descobrir a música eletrônica, querer produzir, foi também o festival em que o Hardwell tocou a minha música e eu comecei a tocar mundialmente por causa disso, e eu ainda participei do filme da Tomorrowland que foi gravado no primeiro Tomorrowland Brasil. É uma coisa surreal! anos de carreira e eu saí de assistir o evento para tocar no palco principal dele. Eu estava num momento de incerteza sobre a minha música e aquela notícia, eu não tenho como descrever a sensação que foi.

* Essa será a sua única música inspirada em sua mãe ou pretende escrever mais alguma?

“Eu nunca gostei muito de abrir a minha história publicamente, não queria que as pessoas ficassem com pena da história difícil que eu tive e pensar “Vamos ajudar ele, olha a vida difícil que ele teve”. Então, esperei já ter um conhecimento pra começar a abrir sobre a minha vida. Não só sobre minha mãe, mas quero contar mais sobre a minha vida, mostrar mais sobre de onde eu vim e como me tornei o que eu sou hoje. Todas as minhas músicas contam um pouco sobre mim, sobre o momento em que estou vivendo e acho legal falar sobre isso e mostrar quem é o Felipe de verdade”

* Para alguém que está iniciando a carreira como DJ agora, qual dica você daria?

“Eu acho que, estudar muito, muito, muito, música e tentar buscar um som único, pois ninguém consegue sucesso fazendo o som de alguém. Essas são as duas principais dicas que eu dou pra quem quiser começar.”

*Logo no começo da sua carreira você já foi para os Estados Unidos. Você diria que lá é um ramo mais fácil para a música eletrônica?

“Não, é um ramo bem mais difícil. Eu sou aquele cara insuportável que quer sempre o mais difícil, então, eu lembro que quando eu vi a cena dos Estados Unidos, na época, eu me identifiquei bem mais com ela, quis fazer um trabalho voltado pra lá e comecei a tocar bastante nos EUA, depois voltei a me identificar e a focar na daqui e então comecei a tocar mundialmente de novo. Eu sou um cara bem louco, eu gosto do mais difícil. E se você for ver, nenhuma Indústria é fácil, mas acho que a pessoa tem que estar feliz fazendo o que gosta, independente do que for.”

Para finalizar a entrevista, contando sobre seus próximos lançamentos, deixou claro que podemos esperar por algo.

Após a entrevista, tivemos também a oportunidade de comparecer ao evento de lançamento do clipe de “Who We Are”, que vocês já podem assistir no Youtube.

Confira o recado do DJ pra vocês:

Não dá pra perder, né?

site responsável: Alinne Torre
12345...


O PARADA POP é um site de informações, dicas e resenhas sobre o mundo da música e das celebridades. Em parceria com grandes representantes dos fandoms do mundo pop - os fãs sites - construímos um conteúdo dedicado especialmente a você, fã brasileiro. Muitas das imagens que aparecem no site são de fontes externas, o PARADA POP não reivindica nenhum crédito para si, a não ser que assim seja especificado. Se caso possuir os direitos de alguma imagem e não deseja que ela apareça em nosso site, favor entre em contato e ela será prontamente removida.
2016 © PARADAPOP.COM - DIREITOS RESERVADOS.
Home Sobre Anúncie
TEMA POR 8DESIGN