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Arquivo da categoria 'Crítica Pop'



17.11.2018

Lançada este ano e com forte pressão na Netflix, a série Super Drags veio aos serviços de streaming para mostrar um pouco da visão LGBTQ para o mundo. As pretensões eram trazer humor e mesclar com a representatividade que tanto lhe era exigido.

A escolha de Pabllo Vittar como dubladora de uma das personagens foi uma cartada de mestre, já que em contrapartida a experiente Silvetty Montilla já estava integrada ao elenco desde o início.

Com expectativas dominando cada um dos episódios, parecia que eramos levados para um mundo onde os gays realmente fossem totalmente daquela forma. Soa estranho uma série feita com viés homossexuais contribuir de forma árdua para estereotipar ainda mais aquela afirmação de que “Gay é tudo igual“.

A ideia foi bem recebida, as animações são bastante extrovertidas, o que ajuda a ter uma excelente interação com o publico. Vale ressaltar também que a classificação indicativa é exatamente como tem que ser. Tudo foi preparado nos mínimos detalhes, cada pequeno traço foi bem feito, mas… E a tão falada representatividade? Onde está?

A iniciativa de não vitimizar os homossexuais também é bem aceita em qualquer forma de crítica, mas formar uma ideologia voltada a apenas um pensamento e sem aberturas para outro, é galopante…

O roteiro também não ajuda, é um tanto frágil quando o aspecto é versatilidade. Se há uma questão a ser levantada, é a de “É errado os gays reservados serem como são?” Em um tempo onde problemas psicológicos são os carros chefes e considerados como problemas do século, é preocupante taxar como a comunidade LGBTQ+ tem de seguir uma espécie de “padrão”.

 

Num geral, é uma animação divertida, mas com piadas forçadas, nada além do que já esperamos e conhecemos. Para os que curtem um humor clássico e básico ao nível da era cansada de Zorra Total, Super Drags é a pedida certa, mas para os que não… É recomendável procurar outra atração no catálogo da Netflix.

site responsável: Cristian
13.11.2018

Dalida foi uma cantora de origem egípcia que fez um sucesso estrondoso na Itália, França e por todo o mundo, vendendo cerca de 170 milhões de álbuns durante os 31 anos ininterruptos de carreira.

Apesar do sucesso, a intérprete sempre se via com problemas psicológicos graves, causados por amores impossíveis, ausência de carinho por parte familiar e principalmente por não se ver como deveria, sempre se achando abaixo das demais.

O filme produzido por Liza Azuelos explora com sensatez um pouco sobre cada fase da vida de Dalida, desde os suicídios de quem a moça amava, até a parte mais triste, a do próprio suicídio.

 

 

Durante o longa, dá para se conectar com essa história e se emergir em frases fortes como: “O lado ruim de estar entre a vida e a morte e sobreviver, é saber que nem a morte lhe quer.” E o diálogo com o psicanalista que começa com a pergunta: “Dalida, você não vê que dá esperanças para diversas pessoas?” E a cantora sem exitar responde: “Sim, vejo. Mas e a mim? Quem me dá?”

Um filme que prende o espectador com todos os trâmites de uma história manchada pela depressão e ganha cada vez mais força ao retratar com uma pitada de drama e superação, ainda que a moça não tenha conseguido se recuperar.

É uma excelente pedida para aqueles que querem envolver o coração com sentimentos diferentes, variando entre o choro e os risos ao ansiarmos por sua recuperação.

Svelva Alviti é quem dá vida a Dalida, esse enredo tão melancólico e triste foi lhe proposto com a intenção de  mostrar a versatilidade da atriz que também é modelo. Os traços da moça são parecidos com os da cantora, o que facilitou o conto a ganhar vida. Ao interpretar a tradicional canção francesa “Je suis malade” Sveva chora ao sentir na pele o que a intérprete sentiu.

 

 

Lançado em 2017 o filme ganhou toda a Europa e nos deixou ansiosos por sua chegada nunca cogitada ao Brasil.

Confira o trailler e se emocione com a história de “Dalida o filme”.

https://m.youtube.com/watch?v=-CN_nvsDggI
site responsável: Cristian
21.05.2018

Vingadores: Guerra Infinita chegou aos cinemas batendo recordes, é a maior estreia nos EUA e também a maior estreia de um filme de heróis nos EUA o que mostra que o filme de heróis é um gênero em alta no mundo do cinema, a maioria dos filmes tendem a seguir o mesmo padrão nas suas adaptações. A maioria dos filmes, mas não Deadpool.

Deadpool estreou nessa quinta dia 17 e trouxe de volta às telonas a história do Mercenário Tagarela, interpretado por Ryan Reynolds. Além de Ryan, o filme também conta com a presença de Morena Baccarin, que é brasileira, que volta a fazer o papel da namorada do Deadpool e também outros nomes como Zazie Beetz, Josh Brolin, Julian Dennison, Terry Crews (quem lembra dele em Todo Mundo Odeia o Chris?) e Bill Skarsgard (o nosso querido palhaço Pennywise da versão atual do filme It).

Fugindo do clichê da maioria dos filmes de heróis, Deadpool traz a comédia misturada com a ação, o filme é zoeira do começo ao fim e não tem como você não se pegar chorando de rir em algumas partes, mas além de toda a comédia, o filme também contou com momentos que fazem com que você se emocione e sinta a dor do personagem no que ele está enfrentando, é um misto de emoções e gratificante para quem vai ao cinema procurando um filme que fuja do comum de só comédia, só ação ou só drama. O filme brinca e entretém do começo ao fim, é como se o filme estivesse interagindo com o público e acredito que essa seja a intenção ao criar um filme assim.

Nesse filme, somos apresentados a um novo personagem, o Cable, e ele com certeza rouba a cena. O personagem é vivido por Josh Brolin que já fez parte do universo Marvel no papel de Thanos (o poderoso vilão de Vingadores: Guerra Infinita), inclusive, durante o filme Deadpool brinca fazendo menção a Thanos e também a Willy Caolho que é um personagem do lendário filme Os Goonies o qual Brolin também fez parte do elenco.

Em questão de música, o filme não deixa a desejar e inclusive temos a lindíssima música “Ashes” interpretada por ninguém menos que a incrível Céline Dion, inclusive, a parte em que a música aparece no filme é um espetáculo a parte, mas também há músicas de outros estilos que te levam para dentro da cena.

Mais uma vez mostrando que foge do esquema da maioria dos filmes, Deadpool é um filme cheio de referências, brincadeiras e aparições surpresas, inclusive, durante o filme podemos ver a aparição de alguns personagens famosos como X-Men e Wolverine. Ainda, temos uma aparição muito rápida de Brad Pitt e várias brincadeiras com seu ator principal, Ryan Reynolds.

Uma polêmica que cercou o filme essa semana foi quanto a classificação indicativa que mudou de 16 anos para 18 anos poucos dias antes do lançamento do filme no cinema o que pegou muitas pessoas de surpresa, afinal, muitos menores de 18 anos já haviam comprado ingressos para o filme e no final não vão poder assistir ao filme nem mesmo acompanhados por seus pais.

Mas após quase uma semana, o sucesso já bateu as bilheterias e o filme passou os  Vingadores tomando as rédeas da bilheteria mundial. O filme já faturou 133 milhões de dólares nos Estados Unidos nos primeiros três dias e desbancando o sucesso da Marvel, que faturou 27 milhões de dólares nesse fim de semana. No Brasil, a marca é de 23 milhões.

Os números internacionais também impressionam e ultrapassam a marca de 300 milhões de dólares de bilheteria.

Para mim, Deadpool 2 foi uma grande surpresa e uma surpresa muito agradável, me fez ter vários sentimentos durante todo o tempo que estive na sala de cinema, mas principalmente me divertiu muito exatamente por seu formato tão diferente dos outros filmes, tão leve, tão cheio de referências a várias coisas e ainda mesmo com toda a comédia me deixar emocionada em algumas partes. Se você tiver oportunidade, corra ao cinema mais próximo e não perca essa nova aventura de Deadpool.

site responsável: Alinne Torre
18.05.2018

Na semana passada, a Netflix lançou mais uma produção original da plataforma, o filme A Barraca do Beijo.

O filme narra a história de dois amigos Elle e Lee. Ambos nasceram no mesmo dia, na mesma hora e no mesmo hospital, e por suas mães já serem amigas e um bom tempo, a amizade entre eles e inevitável e acabam se tornando melhores amigos. Mas há mais uma pessoa que acaba entrando nesta amizade entre eles: Noah, o irmão mais velho de Lee.
Elle foi ficando mais velha, e começou a achar Noah mais bonito, atraente, mas sempre descartava isso de sua cabeça, pois por ser irmão de Lee, e pelas regras da amizade que eles criaram ainda quando eram crianças, ela não podia ficar com ele.  
Mas, durante uma festa da escola, na tão famosa Barraca do Beijo, isto pode mudar, e sua amizade com Lee, também pode mudar.

 

A história e bem clichê, mas e extremamente fofinha e faz você se encantar logo de cara. Uma das coisas que mais adorei, foi a amizade fortíssima entre Elle e Lee.
Para muitos, não existe amizade entre homem e mulher sem haver algum sentimento diferente por trás. E neste filme vemos que isso e realmente uma bobagem e pensamento equivocado das pessoas.

A amizade entre eles sempre foi forte, e daquelas de onde um está, o outro está junto, e em nenhum momento da a entender que um sentia algum tipo de atração física pelo outro, pelo contrario, em todos os momentos e reforçado que eles sempre se respeitaram e sempre se amaram como amigos. Isso pra mim, foi um dos pontos mais lindos do filme. 

O desenvolvimento do romance entre Elle e Noah também e extremamente fofa e apaixonante.
Apesar de todos os problemas que acontece durante esse desenvolvimento, tudo que acontece entre eles e de uma delicadeza absurda e encantadora.

E mais um detalhe: os atores que interpretam Elle (Joey King) e Noah (Jacob Elordi) namoram na vida real!
Sim, eles se conheceram durante as gravações, se envolveram e começaram a namorar. (muitíssimo fofo né? Impossível não se encantar).

O filme e bem fofinho e sem dúvida esta ganhando todos os nossos corações.
Bem que poderia ter um segundo para vermos o que acontece após o final surpreendente né? Alô Netflix, faz acontecer !!

 

site responsável: Bianca
16.05.2018

Após o sucesso do EP Jungle Kid, que viralizou nas plataformas de stream, Cleo Pires (que nessa nova fase, decide adotar apenas o primeiro nome) estreou o clipe homônimo do EP na última quinta-feira (10). O clipe, que tem a direção criativa da própria Cleo em parceria com Jacques Dequeker, apresenta uma imagem de rebeldia e atitude, misturada com uma fotografia preta e branca, que dá um conceito fashion, segundo o próprio film maker.

Nessa terça-feira, o Parada Pop foi convidado para presenciar o evento de estréia da artista no cenário musical na sede da Vevo Brasil, em São Paulo.

Os primeiros 20 minutos foram reservados para a coletiva de imprensa, onde fomos avisados que a atriz, e agora cantora, só responderia perguntas sobre a carreira musical.

Na coletiva, Cleo ainda falou que teve influências musicais que vão de Marilyn Manson e Nine Inch Nails a Caetano Veloso. Ao ser questionada sobre as comparações com Lana Del Rey, diz ser apenas uma coincidência ainda que seja fã da cantora americana.

“Música sempre foi a minha paixão, é a minha paixão mais essencial”

 

Quando perguntada sobre a decisão de tirar o sobrenome, Cleo não fez questão de disfarçar a irritação: “Porque eu quis”.

Sobre possíveis shows, Cleo diz que pretende fazer apresentações ao vivo, mas que não há nada definido ainda. “Preciso conversar com minha produção”.

Após a entrevista, chegou a hora da festa onde aconteceria o pocket show. Cleo abriu o show numa pegada rock and roll com o single autointitulado “Jungle Kid”. Além dessa faixa, a artista embalou todas as outras do EP como “Bandida”, “Cloud”, “Faz O Que Tem Que Fazer” e “Impulses”.

Do rock às brasilidades, Cleo se mostrou segura ao encarar esse novo desafio e obteve a aprovação da galera que estava presente. Já sobre os fãs, “Eu gostaria que eles usassem a minha música para alcançarem um estado emocional que elas quiserem”, diz.

Podemos dizer que está sendo bem interessante ver Cleo se arriscar na música e incentivar o mercado brasileiro a investir em clipes e em músicas voltadas para o mercado internacional.  Apesar disso, não temos certeza se está fase não irá passar de uma brincadeira ou se realmente veremos ela construir uma carreira firme como cantora.  Boa sorte, Cleo – estaremos de olho! 

site responsável: Alinne Torre
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