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24.04.2019

Primeiramente devemos falar que Manifest se tornou sensação entre os adultos americanos, sendo uma das mais assistidas nos Estados Unidos pelo canal NBC!

(podem ler tranquilos pois NÃO CONTÉM SPOILERS

Manifest nos contará a história de grupo de pessoas que estão em um voo de volta para Nova York, e acabam passando por uma turbulência assustadora e fora do normal. Ao conseguirem passar por esse momento assustador, e pousarem no aeroporto vem a grande surpresa e susto: ao que pareceu para os passageiros apenas umas horas a mais de voo, na verdade se passarem 5 ANOSSuas famílias acreditavam que o avião havia caido e todos eles estavam mortos e já haviam perdido toda a esperança, mas agora com a volta surpreendente deles, eles recebem uma segunda chance. Tentando se acostumar com suas novas realidades, esses passageiros se veem parte de mistérios mais profundos do que jamais poderiam imaginar.

Já na descrição e no primeiro vídeo promocional que saiu da série a grande pergunta era: COMO? Como é possível esse fenômeno ter acontecido? Como foi que o avião ficou 5 anos sumido, sendo que para os passageiros eles só passaram por uma turbulência forte e ficaram apenas horas no ar? COMO

Essas perguntas só se intensificam ainda mais quando vemos o primeiro episodio de Manifest, o considerado piloto e ponta pé inicial da jornada que nós seria contada ao longo da primeira temporada.

Mais detalhadamente, no primeiro episodio vemos os protagonistas Michaela Stone e seu irmão Ben Stone em uma viagem com seus familiares (Grace Stone mulher do Ben, Olive Stone filha de Ben, e os pais de Michaela e Ben) na Jamaica para todos tentarem esquecer os problemas e relaxar, um dos mais fortes, e o câncer que o menino Cal, filho de Ben está enfrentando. Por conta de uma super lotação neste voo que eles e sua família estavam, Michaela, Ben e Cal topam ir em outro voo e reencontrar sua família novamente no aeroporto de Nova York, cidade onde eles moram.
Os três juntamente com os outros passageiros são remanejados no voo 828, que é o fatídico voo onde acontece esse fato extremamente assustador e que muda completamente a vida do três e de todos os passageiros.

De 2013 ano em que eles viajaram, e o ano do retorno deles em 2018, muita coisa mudou, a mãe dos irmãos protagonistas, faleceu, Jared o pretendente e companheiro de trabalho na policia de Michaela (no qual ela estava em dúvida se aceitava seu pedido de casamento) se casou com sua melhor amiga, Olive filha de Ben e gêmea de Cal, cresceu e já virou uma adolescente entre tantas outras grandes mudanças aconteceram em suas vidas.
O voo 828 e seus passageiros ficam na mira do FBI, da população (que alguns ate os tratam como divindades por terem sobrevivido) e do mundo por esse surpreendente acontecimento de todos estarem inteiros, com a mesma aparência, não terem envelhecido nada sendo que para o mundo se passaram 5 anos.

Além de terem que enfrentar essas novas mudanças, perdas e quererem obter essas respostas, algo é acrescentado a isso: os chamados. Sim, Michaela e Ben começam a ter essas falas dentro da cabeça, como se fossem ordens de algo que eles devem fazer, como salvar alguém, encontrar alguém, e coisas assim, e depois eles acabam descobrindo que outros passageiros também tem esses chamados.
E os dois juntamente com Saanvi Bahr uma das passageiras, eles tentam desvendar esses mistérios.
E ao longo dos 16 capítulos, vemos esses chamados acontecendo e os três, e os demais, tendo que tentar entendê-los e resolvê-los e desvenda-los.

A série é recheada de muito suspense, mistérios, e perguntas que nos fazem se envolver fundo na vida dos personagens e do enredo.
Nos fazendo questionar o porque aconteceu tudo isso, porque com eles, quais as respostas, quem está por traz disso, e quem deve ser punido e culpado por tudo isso.

Além da relação extremamente bonita e forte dos irmãos de Michaela e Ben, preciso dizer e destacar também a relação dos gêmeos Olive e Cal, que apesar de Olive ter crescido e Cal ter permanecido com a mesma idade, a ligação entre eles e linda e será muito importante ao longo dos episódios.

Todos os personagens principais tem uma personalidade forte e os atores tem uma atuação tão impecável que nós faz sentir raiva, nos emociona e nós faz sentir a própria angustia que seus personagens estão sentindo em diversas formas.

Destaque para os atores do elenco principal: Athena Karkanis (Grace Stone), Luna Blaise (Olive Stone), Parveen Kaur (Saanvi Bahr), J.R. Ramirez (Jared) e Jack Messina (Cal Stone), e um destaque maior e mais forte para os atores e protagonistas Melissa Roxburgh e Josh Dallas que nos trazem extrema verdade, emoção e um verdadeiro show de atuação, sendo ambos destaque em toda a série e nos comentários do público em redes sociais. 

Os últimos capítulos da 1 temporada são cheios de acontecimentos fortes e também traz a chegada de um personagem que mudará muitos rumos da história, é o último capítulo foi exatamente como toda série e com mais força ainda: IMPACTANTE, CHOCANTE e SUPREENDENTE.
E duas cenas em destaque do final, são uma das mais impactantes de todo o enredo, e nos deixa com ganchos absurdamente bons para a próxima temporada. 

E SIM, a segunda temporada da série foi confirmada a umas semanas atrás e não era pra menos, pois ainda há muitas respostas que precisam ser respondidas, mistérios ainda escondidos, e respostas para esses dois ganchos que prometem fazer a nova temporada tão eletrizante e empolgante quanto a primeira.

A globoplay comprou os direitos da série e em breve (sem uma data exata), Manifest estará disponível no streaming da mesma aqui no Brasil.
O que sem dúvida me fará rever todos os capítulos novamente.

Se vocês querem uma série com um elenco incrível e com atuações excelentes, que conte uma história cheia de mistérios, suspenses e que te prenderá do inicio ao fim, Manifest e essa série.
Posso afirmar que valerá muito a pena! 

site responsável: Bianca
09.04.2019

o post a seguir não tem spoilers

A segunda temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina era um dos lançamentos da Netflix mais aguardados do ano, porém a expectativa gerada pela impecabilidade da primeira temporada pode trazer ao espectador uma certa decepção em relação aos primeiros episódios, que apesar de não serem ruins, aparentam ter um roteiro inconsistente. O intrigante é que mesmo com o modo que o inicio foi arrastado com abordagens  superficiais, os últimos episódios são fortes o suficiente para carregar toda a temporada deixando-a excelente – só é necessário ter paciência para poder aproveitar tudo o que a série tem para oferecer.

Desde o ano passado, já sabíamos que a série seria muito mais sombria. Há mais sangue, mais rituais, mais mortes e assuntos mais pesados – e considerados intocáveis – sendo questionados. As diferentes ideologias religiosas e os conflitos sangrentos que elas podem causar também estão presentes em Greendale, assim como acontece fora das telas, vemos uma religião tentando se sobrepor a outra, e resolvendo as diferenças com a violência. O único problema foi que, alguns efeitos especiais não foram muito bem trabalhados e o sombrio se aproximou mais da comédia do que do terror. Algumas cenas que foram criadas para causar medo causaram confusão porque pareciam ter sido feitas com os efeitos de um aplicativo de webcam do computador. Mas, já estamos acostumados com esse empecilho porque ele também está na parte um, então é algo que realmente nem incomoda mais. Talvez a dificuldade com os efeitos especiais é um dos fatores que torna essa série tão única.

Além disso, representatividade é uma palavra que pode definir muito bem essa nova temporada. Temos liderança feminina, luta contra o patriarcado, o desenvolvimento de um personagem transexual, a desconstrução da rivalidade feminina, temos amor livre.  Os personagens ainda estão descobrindo seu papel no mundo, e junto a isso, novos romances chegam no Baxter High e na Academia de Artes Ocultas.  E como esperado, Sabrina está ainda mais poderosa e confiante. Suas virtudes continuam sendo a amizade, o amor, a família. E seja pelo caminho das trevas ou da luz, Sabrina Spellman é um lembrete para os que vivem em um momento político conturbado que todos podem e devem questionar, não há restrição de idade para se impor quando algo está errado.

Confira o trailer:

 

 

site responsável: Alice Melis
09.04.2019

Uma das autoras mais conhecidas, no mundo, Abbi Glines tem diversos livros na lista de mais vendidos do The New York Times do USA Today, e agora, temos mais uma história incrível escrito por ela.
Uma história com protagonistas apaixonantes, uma tragédia que fara a vida de ambos mudar completamente, um enredo que irá te prender do inicio ao fim, e surpresas que vão te deixar de queixo caído e fazer vocês se encantarem, se surpreenderem e se apaixonarem pela história de Vale e Slate !


Titulo: No Meu Sonho Te Amei
Autora: Abbi Glines
Editora: Arqueiro

Sinopse: 

Na noite da formatura, Vale McKinley sofre um terrível acidente de carro. Junto com ela está Crawford, seu namorado, que acaba entrando em coma. Eles pretendiam aproveitar o verão fazendo planos para a universidade, com um futuro brilhante cheio de possibilidades. Agora, Vale passa longos dias no hospital, à espera de que Crawford acorde.
Lá, ela encontra por acaso com Slate Allen, colega de faculdade do seu irmão. O garoto aparece regularmente para visitar o tio, que está internado. Quando se esbarram, Vale não consegue negar a atração proibida entre eles. Ela tenta ignorar seus sentimentos, mas não é imune ao charme de Slate. Aos poucos, os dois se aproximam.

Depois de muito relutar em sair do lado de Crawford, Vale cede aos apelos da família e vai para universidade, pensando que o namorado gostaria que ela tocasse a vida. Só que agora a garota está no território de Slate e a história dos dois vai sofrer uma grande reviravolta.

site responsável: Bianca
07.04.2019

O filme Loja De Unicórnios, dirigido e protagonizado por Brie Larson, não é apenas mais um longa sobre amor e crescimento, é um pequeno manual de sobrevivência para os que se encontram perdidos, uma avalanche de esperança brilhosa para os que cresceram mas as vezes ainda se sentem como crianças, um lembrete de que está tudo bem continuar tendo uma visão mágica do mundo.

Kit (Brie Larson) é uma adulta que ainda vive em seu próprio imaginário – o qual a personagem expressa através de sua arte, mas não é entendida e vê-se obrigada a buscar outra ocupação. Sendo assim, para ser a adulta que ela acredita que esperam que ela seja, a garota encontra um emprego temporário em uma empresa onde ela reprime a pessoa autêntica que existe dentro dela. Roupas sociais substituem suas roupas estampadas e repletas de brilho e a  normalidade do trabalho bloqueia a sua criatividade.

Porém fica evidente que apesar do esforço ela não consegue deixar completamente sua criança interior, e isso se destaca ainda mais quando ela tem a oportunidade de realizar um dos seus maiores sonhos: adotar um unicórnio. E para que esse sonho se concretize, o dono da loja (Samuel L. Jackson) deixa claro que Kit precisa preparar o ambiente – exterior e interior – para a chegada do ser mistico. E é a partir disso que tudo se desenvolve.

Um unicórnio precisa de um ambiente repleto de amor, de estabilidade financeira e de uma moradia digna. E então, Kit se arrisca para que todos esses elementos façam parte de sua vida. Nessa busca, ela conhece Virgil (Mamoudou  Athie) que além de construir uma moradia para o seu unicórnio, também a ajuda a entender melhor o mundo. A relação estabelecida entre os dois é leve, o amor entre os dois é algo que parte da amizade e não é o ponto essencial do longa.

Nesse caminho até a chegada do unicórnio, Kit liberta-se do que esperam que ela seja, e se torna uma versão autêntica de si mesma. O ambiente que ela constrói acreditando ser para o animal, na verdade é o ambiente que ela precisava para poder se comunicar melhor com o mundo e com ela mesma, é tudo o que ela necessitava para entender que ela pode ser como quiser, e que não existe uma definição real do que é ser adulto.

O unicórnio, apesar de ser real no filme, não passa de uma simbologia para dois pontos importantes: todo ser humano precisa de algo para se apoiar, de crenças, pois elas nos levam a fazer coisas que na maioria das vezes não faríamos por nós mesmos. E de que a vida não precisa ser levada tão a sério, está tudo bem pegar um pouco de glitter de vez em quando e jogar tudo para cima – nunca deixe que tirem sua diversão de você, seja ela considerada ou não apropriada para a sua idade. Ela sempre será apropriada se te fizer bem.

Confira o trailer:

site responsável: Alice Melis
02.04.2019

Aviso: O texto a seguir contém spoilers

“Bem Vindos a Universidade de Beacon Heights, onde a excelência não é uma opção, é um requisito….Na UBH, fazemos o que for preciso para permanecermos no topo, prosperamos sob pressão, e nos esforçamos para chegarmos a perfeição. Mas, ninguém é perfeito. E a pressão, está caminhando para um ponto de ruptura. E alguém está prestes a quebrar”. A introdução feita nos primeiros segundos do episódio, define com clareza o que pode ser esperado do universo que compõe a série. Um universo o qual a perfeição só está presente na superfície, e a complexidade do ambiente e das personagens só poderá ser compreendida com um mergulho profundo nas águas desconhecidas da Universidade.

Sendo assim, preliminarmente, somos levados para a nova vida de duas personagens que já conhecemos, Alison DiLaurentis (Sasha Pieterse), que está ainda mais madura e centrada e Mona Vanderwaal (Janel Parrish), que mesmo após todos esses anos, continua sendo difícil de ser decifrada. O encontro das duas é uma surpresa para Alison, uma vez que ela acreditava que Mona estava em Paris. E, apesar da explicação plausível de Mona para o motivo dela estar trabalhando na UBH, sabemos que há muito mais por trás de suas palavras – e isso é comprovado segundos depois, quando a expressão facial que Mona possuía no começo de Pretty Little Liars invade seu rosto e a mesma encara um espelho e profere algumas palavras. A partir desse momento, o elemento essencial para a série entra em cena: mistério. Por que Mona estaria falando com um espelho?

Voltaremos a essa questão depois, agora é o momento de sermos apresentados aos novos personagens, e compreendermos a ligação que eles possuem com o indivíduo crucial para a construção da trama: Nate Hotchkiss (Chris Mason)- que por ser filho da diretora, é obrigado a atender as expectativas de perfeição de sua mãe, e portanto, utiliza-se da manipulação para projetar essa imagem.

E é a partir dessa manipulação, que Dylan Walker (Eli Brown) e Caitlin Lewis (Sydney Park) são desenvolvidos. O primeiro, é um músico esforçado que trai seu namorado, e vê-se obrigado a fazer os trabalhos de Nate para proteger sua relação. Já Caitlin, vem de uma família considerada exemplar,  que pode ser arruinada com o fato de sua mãe ter um amante. Sendo assim, para impedir que isso seja divulgado, a garota se torna a namorada falsa e ideal de Nate. E, apesar desses dois personagens possuírem todos os motivos para desprezarem o Hotchkiss, eles não são os únicos.

Há um destaque para Ava Jalali (Sofia Carson), que foi abandonada pela família e a única pessoa que estava presente na sua vida, era Nate, seu namorado, que em um último momento a traí, deixando-a sozinha novamente sem nenhuma explicação.  A raiva que esses personagens compartilham os levam a se encontrarem para conversarem sobre Nate, e o impacto que ele causou. Nesse cenário, os três chegam a comentar sobre como seria bom se Nate simplesmente aparecesse morto. A partir disso, a série os aponta como suspeitos para o que acontece logo após essa conversa.

Credit: Freeform

Além de acompanharmos o desenvolvimento dos novos personagens, passamos a acompanhar a construção do papel da própria universidade, que possui um sistema de segurança que observa constantemente os alunos e professores, e controla o que pode ser ou não acessado. É como se a casa de bonecas tivesse sido expandida e transformada em uma universidade. Será que Mona teria auxiliado na construção desse ambiente? E as únicas pessoas que aparentam ver o problema nessa monitoração são os irmãos Hotchkiss, Taylor, a garota que todos acreditavam ter cometido suicídio, e Nate, o garoto que estava prestes a ser assassinado.

Com a presença de Taylor Hotchkiss (Hayley Erin), descobrimos duas coisas importantes: Alison, que poderia ser uma doppelgänger de Taylor, só foi contratada em decorrência do desejo da Beacon Guard de manter o controle e a perfeição; e Nate, que aparentava ser o vilão da série, é/era na verdade um dos “mocinhos”. Nate buscava por ajuda, mas confiou na pessoa errada, e acabou morto – a maneira clássica de Pretty Little Liars guardar segredos de continua intacta no spin-off.

Após o assassinato de Nate, todos os personagens se reúnem no local em que o crime foi cometido. O desespero racheado por medo (de serem descobertos, de serem os próximos ou por terem perdido um colega) domina a cena, todos aparentam estar sensibilizados e atordoados.  Menos Mona, que caminha até o espelho mais próximo para descobrir mais informações sobre o ocorrido, e nesse momento, é revelado que os espelhos funcionam como câmeras para a Beacon Guard. O que devemos pensar de uma empresa que está em todos os lugares? 

A série ainda não tem data de lançamento no Brasil e será transmitida pela GloboPlay.

 

site responsável: Alice Melis
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