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08.01.2018

Justin Timberlake lançou o primeiro single do seu álbum novo, a música “Filthy” – amada por muitos e odiada por vários, por conta disso teve uma recepção fria nas paradas mundiais.

No seu lançamento a faixa só entrou no Top 10 das mais vendidas do iTunes em 14 países. Nos Estados Unidos, levou muitas horas para chegar à vice-liderança. O 1º lugar se manteve com outro lançamento,  “Finesse (Remix)”, de Bruno Mars, que chegou no mercado um dia antes.

O clipe com uma pegada mais futurista, teve menos de um milhão de visualizações nas primeiras dez horas no ar. O que é bem baixo, para um cara como Timberlake. Bruno Mars por sua vez, alcançou  2,6 milhões de acessos no clipe de “Finessse (Remix)” com 12 horas no ar.

Bruno tem duas vantagens a frente de Justin, a sua canção não é nova e sim bem conhecida pelo seu público. O sucesso é tão grande, que o single é o ato de abertura de sua tour mundial.

Outra carta na manga, é a presença da rapper, Cardi B, que esteve muito na mídia durante 2017 e deve continuar assim por um bom tempo.

Já Justin Timberlake, arrisca mais uma vez em mostrar uma canção com um sample tão diferente do que está sendo tocado na rádio ultimamente, ou seja, é algo que deve se parar para ouvir e se acostumar com o novo, com o diferente.

O jornal The Guardian, comentou e elogiou o single: “Pode não ser para todos os gostos, mas a música não parece com nada mais do cenário pop atual”, escreveu.  Já a revista NME comparou o single, com as músicas que JT lançava no começo de sua carreira: “‘Filthy’ prova que ele não cansa de inovar. Ele parece estar na mesma missão do ‘FutureSex/LoveSounds’ – fazer um pop que pareça sair do futuro”.

A Forbes segue: “É o tipo de primeiro single de um álbum que requer uma segunda (ou talvez terceira) ouvida para ser totalmente compreendido. Assim como ‘SexyBack’ chocou os ouvintes quando foi lançada, ‘Filthy’ está à frente de seu tempo do seu próprio jeito, poucos conseguiriam fazer essa composição tão peculiar, mas Timberlake faz isso bem”.

Então se você já ouviu o single e não gostou, que tal dar uma segunda chance?

 

Os lançamentos de JT não pararam, dia 2 de fevereiro sai o álbum, “Man of the Woods”+ novo single/clipe.  Além disso, no dia 4 de fevereiro, ele fará o show do intervalo do Super Bowl.

Por fim, já podemos afirmar que 2018 entrou com o pé direito com a música POP! Pode mandar mais HITS!!!

 

site responsável: Alinne Torre
13.12.2017

A sensação de sentar na sala de cinema e acompanhar mais uma vez uma história que já faz parte da vida de gerações e continua inspirando as seguintes é sempre uma experiência indescritível e única. Não importa quantas vezes já vimos o letreiro amarelo aparecer na tela ao som da música composta por John Williams, o resultado sempre será, além de uma maravilhosa nostalgia, aquela sensação de estar prestes a mergulhar em uma aventura. É exatamente tudo isso o que a sequência de O Despertar da Força nos provoca.

Star Wars: Os Últimos Jedi começa onde o filme anterior parou: Rey finalmente encontra Luke Skywalker e pede por sua ajuda enquanto a General Leia Organa e a resistência lutam contra a Primeira Ordem. Bem humorado e com algumas reviravoltas, o roteiro consegue explorar muito bem cada arco narrativo com o uso da montagem paralela, guiando-nos pela jornada pessoal de cada um dos herois e nos dando a oportunidade de conhecê-los mais a fundo. Também são introduzidos novos personagens, entre eles duas mulheres que ocupam papeis importantíssimos para a narrativa, Rose (Kelly Marie Tran) e a Almirante Holdo (Laura Dern), sendo a prova de que podemos sim construir personagens femininas interessantes e complexas que tem um papel fundamental para o andamento da história, tendo a Rey como o melhor exemplo disso. É ótimo ver como está havendo uma maior preocupação em trazer diversidade aos roteiros e essa nova geração de Star Wars está fazendo um trabalho excepcional, não apenas ao explorar as personagens femininas, mas também ao criar herois de diferentes etnias que, com certeza, farão milhares de crianças e adolescentes que estão crescendo com essas histórias se sentirem representados e a quererem ser a Rose, o Finn (John Boyega), ou Poe Dameron (Oscar Isaac).

Daisy Ridley novamente impressiona com sua atuação e carisma obtendo sucesso ao conduzir o filme com sua personagem, ao lado de Luke (Mark Hamill) e Kylo Ren (Adam Driver), que também conquistam um espaço significativo na história. Leia, interpretada por Carrie Fisher que faleceu em dezembro de 2016, mostra também todo seu poder de liderança como General Organa, não perdendo o sarcasmo de sua personagem como já conhecemos nos Episódios IV ao VI. O filme também traz alguns Easter Eggs e surpresas referentes à trilogia antiga que vão fazer qualquer fã de carteirinha soltar aquele gritinho no cinema.

Assim como seus filmes antecedentes, o Episódio VIII consegue causar tudo aquilo que procuramos ao ver um filme de aventura, porém fugindo do padrão dos Blockbusters aos quais estamos acostumados; o filme vai muito além das cenas de luta, explosões e piadas, e consegue nos emocionar com a jornada de Rey pela busca de quem ela é e qual é o seu papel no meio de tudo isso. Apesar de o filme poder ter uma duração mais curta, Star Wars: Os Últimos Jedi, vai agradar desde o público que cresceu com “Uma Nova Esperança”, ao público que está sendo iniciado ao universo de Luke e Leia com essa nova trilogia.

Texto por: Gabriela Orlandi

site responsável: Alinne Torre
10.11.2017

Dua Lipa fez seu primeiro show em São Paulo na última quarta (8) quando abriu o show da banda britânica Coldplay para um Allianz Parque lotado, mas foi na quinta (9) que a cantora inglesa de origm albanesa fez seu primeiro show solo no Brasil na casa de shows Audio, localizada na Zona Oeste de São Paulo, lotada de fãs.

Pontualmente, Dua entrou no palco 21:30 com um de seus grandes sucessos, Hotter Than Hell, e a setlist seguiu o esperado segundo os outros shows da Self-Titled Tour com sucessos como sua parceria com Miguel, Lost in Your Light, e outra parceria de sucesso, Scared to Be Lonely, com Martin Garrix.

Você quer @ novas regras? Vem ver esse estouro de show da @dualipa no nosso stories 👏🏻 @warnermusicbr #dualipa

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Com mais ou menos 1 hora e 20 minutos de show, Dua cantou 17 músicas e animou o público que sabia cantar todas as suas músicas do começo ao fim, todas as músicas foram aclamadas pelo público que gritava, cantava, dançava e apoiava a cantora a todo momento.

Dua é incrível, o show é simples: a banda e ela com um único figurino para a noite toda, mas ela dança o tempo todo, entretém o tempo todo tanto que faz o simples parecer um show super produzido sendo o show tão interessante a ponto de que você não vê a hora passar.

Um hit atrás do outro e uma energia maravilhosa fizeram da noite um momento mágico que levaram a cantora a agradecer em todas as suas redes sociais e, além de tudo, a voz dela ao vivo é tão incrível quanto das gravações.

O ponto alto do show ficou no final quando Chris Martin, vocalista do Coldplay, entrou no palco para acompanhar a cantora na música Homesick que é uma parceria dos dois presente no álbum de Dua, mas que foi cantada pelos dois ao vivo somente ontem para a alegria do público de São Paulo que foi à loucura com o momento mesmo com o erro de Chris Martin ao tocar a música, mas após ele pedir perdão pelo erro tudo seguiu da maneira mais bonita possível.

Os dois hits, Be The One e New Rules, ficaram para o final e tornaram a Audio em uma festa com todo mundo dançando e pulando.

Meu único comentário ruim sobre a noite não vai nem para o show, mas para a equipe da cantora que não trouxe o merchandise da tour quando semana passada mesmo a própria Dua divulgou novos produtos que seriam vendidos, inclusive um moletom que tinha a data do show de ontem, mas os produtos não vieram para os shows de São Paulo.

 

Fora isso, o show foi uma experiência maravilhosa, foi uma noite de muita alegria e de muita energia positiva compartilhada. Com certeza esse show fica marcado como um dos mais incríveis que eu já fui e espero que Dua mantenha a promessa que fez no Instagram de voltar e logo.

Agradecemos novamente a nossa colaborada Mayara Andrade.
Imagens: G1

site responsável: Alinne Torre
03.09.2017

A nova aposta do cinema nacional é o longa ‘Polícia Federal – A lei é para todos‘ que retrata os bastidores da maior operação contra corrupção do país, a famosa, Lava-Jato.

É um tema bem diferente do que abordamos aqui no portal Parada Pop, mas pensando como é um assunto extremamente relevante e que atinge todas as idades, fomos até a cabine para assistir e conversar com o elenco para depois dizer para vocês se vale a pena ou não ir até ao cinema:

O filme que estreia na próxima quinta-feira (7), começa explicando o que seria a tal ‘corrupção’ brasileira.  Algo bem colocado, para pessoas que estiverem perdidas entre os acontecimentos ou para os espectadores de outros países. No entanto não conseguiu fugir do clichê! Citando, por exemplo, a famosa frase de que ‘a corrupção chegou ao Brasil pelas caravelas dos nossos amigos portugueses’.

É importante deixar claro que esse filme é de AÇÃO, um blockbuster!! Uma produção feita para vender e entreter, para agradar qualquer faixa-etária, ou seja, não é um documentário histórico. Então não vá esperando uma ‘aula’ sobre a lava-jato!

Sendo assim, as cenas seguintes seguem com perseguições, tiros, prisões e um pouco de humor. Porém, é possível ver a importância da operação retratada. Entre uma mistura de fatos reais, e personagens fictícios, o longa mostra o lado da própria Polícia Feral em operação.

Os personagens centrais, investigadores e delegados, são todos fictícios, e mostram um lado mais humano da PF.  Os investigados, por sua vez, são retratados de forma caricata: o ex-presidente Lula personificado pelo ator Ary Fontoura não tem nenhum carisma e para quem não conhece a figura (outros países), fica complicado de entender a importância daquilo para a nação.

Um ponto forte na minha opinião, é a reprodução fiel de alguns depoimentos e entrevistas coletivas, além da inserção de passagens jornalísticas reais, o que traz a sensação de que aquilo é real e não tudo obra de Hollywood.

Quando entrei no cinema, diferente de colegas que aguardavam um retrato fiel da operação, já esperava um filme mais fictício. O diretor, Marcelo Antunez, já conhecido pelo sucesso da trilogia, ‘Se Eu Fosse Você‘, costuma abusar dos aspectos americanizados. O que para mim é bom! Tenho dificuldades de curtir filmes nacionais que querem deixar tudinho com a nossa cara e acaba deixando um material chato para o grande público e muito difícil de vender para fora do país.

Gostei também da posição escolhida, onde mostra uma PF mais humana, que também erra. As cenas do Juiz Sérgio Moro, em sua casa com seu filho e trabalhando, também o deixou mais ‘normal’ e não um herói como foi retratado pela mídia! A imprensa e grupos de apoio sendo invasivos e abusivos, e é claro, os investigados, escondendo fatos, mentindo, fugindo…  No fim, a mensagem é clara, não existe salvador, não existe heróis. Existe sim, grupos fazendo seu trabalho diário! E que são pagos para fazer, mais nada!

Um filme de ação que aborda um tema relevante para a sociedade, é capaz de atrair mais jovens para as salas de cinema, para quem sabe aguçar a curiosidade da população e leva-los a se interessar mais pela temática.

Ou seja, para mim sim, é um filme valido para se assistir.

AAAh, e esse é o primeiro filme, da trilogia! SIM, teremos TRÊS FILMES! E para você não ficar de fora, já aviso que tem cenas pós-créditos.

Bom filme 🙂

 

site responsável: Alinne Torre
27.08.2017

Fifth Hamorny está de volta, com o primeiro álbum sem Camila Cabello. A expectativa era grande, e podemos dizer que sim, o cd já se mostra superioridade vocal em relação ao último,  27/7.  Mas não é nada espetacular ou muito diferente do que já esperávamos.

As canções mostram meninas que estão utilizando mais suas sensualidades, com letras sobre clubes, insinuações, namorados e empoderamento.  O primeiro single “Down” (com Gucci Mane) oferece o claro exemplo do estilo da girlband.  Mas infelizmente, nenhuma canção parece oferecer um grande potencial para se tornar hit.

Talvez a grande falha é a pressa para ter algo lançado, deveria ter sido feita uma melhor curadoria de singles, uma melhor montagem da nova “imagem” do grupo. Mas não devemos deixar de lado, que a sim um crescimento vocal e que elas estão apostando muito em coreografias elaboradas nos novos clipes.

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Para finalizar o novo vídeo lançado pelas meninas. Veja:

 

site responsável: Alinne Torre
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